quinta-feira, 21 de agosto de 2025

Incêndios e incendiários, humanismo deve ser com as vítimas

Os incendiários criminosos devem ser responsabilizados pelos prejuízos causados e pelo terror às populações.

O incendiários maluquinhos inimputáveis devem estar no hospício medicados e impedidos de sair de maio a outubro todos os anos.

Senão as populações vivem em terror todos os verões e esses trastes, pulhas, inegrumenos da pior espécie vão continuar a rir e com sentimento de impunidade.


Já É Tempo


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 Os criminosos incendiários aterrorizam as populações todos os verões, devem ser engaiolados de maio a outubro todos os anos.

A empatia, humanismo e compaixão deve ser pelas vítimas, pelas crianças, doentes, deficientes, idosos, não pelos inegrumenos criminosos, pulhas, marginais, bandidos, malfeitores, incendiários, parasitas. Senão a humanidade, regras e leis estão invertidas.


Já É Tempo 

Incêndios, interior abandonado, aldeias em desertificação demográ, repovoamento do interior fica

É necessário o repovoamento do interior.

Que medidas foram tomadas neste século para inverter a desertificação das aldeias do interior profundo e esquecido? +-0

É necessário, imprescindível e inadiável  estabelecer incentivos para que as pessoas fiquem ou regressem às aldeias.

Deve ser criada a lei da "dupla insularidade" para as aldeias que perderam mais de 10% de habitantes nos últimos censos, ou mais de 20% nos últimos 30 anos.

Isenção de IMI e IMT por 10 anos;

Menos 5% IRS e IVA;

Loteamento gratuito para crescimento das aldeias com casas de habitabilidade moderna, acessibilidade, com mobilidade facilitada, ruas largas, praça de 5.000 m² em cada aldeia para estacionar e servir de refúgio em caso de necessidade. Estabelecer uma faixa de 100 metros sem floresta à volta das aldeias, com até 200 árvores resistentes ao fogo por ha.


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=ALERTA Grave=

Repovoamento do interior de Portugal Já 

 O Estado, os Governantes, Os Municípios têm que ouvir os gritos de terror do povo, as pessoas apavoradas todos os verões. O interior do país está cercado de floresta e quando arde ninguém é capaz de acudir.

No início do século XX Portugal tinha 2% de área de floresta.

Hoje tem cerca de 40% de área de floresta, uma das maiores percentagens do mundo.

In: https://ensina.rtp.pt/explicador/floresta-portuguesa/

 https://sol.sapo.pt/2011/01/01/area-de-floresta-cresceu-75-em-100-anos/

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 Portugal é um dos países da Europa com mais área florestal, em termos percentuais. Portugal é um dos países do mundo com mais percentagem de área florestal, dos que têm mais dias de sol e mais dias sem chuva por ano.

Portugal tinha menos de metade das florestas há 100 anos.

Com a agravante de termos abandonado o interior do país à sua sorte, centenas ou milhares de aldeias em desertificação demográfica, maioria dos residentes são idosos e doentes.

Não há uma medida para atrair pessoas para o interior (dupla insularidade).

Há necessidade urgente imprescindível e inadiável de criar medidas de proteção das populações:

1. Criação obrigatória de uma faixa de 100 metros ao redor das aldeias e vilas, sem floresta; (até 200 árvores por ha, com compensação aos proprietários de 1.000€/há sem burocracia e alcavalas);

2. Criação de uma praça e estacionamento de 5.000 m² em cada aldeia;

3. Alteração do PDM para permitir que haja novos loteamentos com acessibilidade e mobilidade facilitada para urbanização gratuita e rápida a fim de se poder construir fora dos amontoados de casinhas com ruelas apertadas e sinuosas.

4. Isenção de IMT e IMI por 10 anos nas aldeias que perderam mais de 20 % da população nos últimos 30 anos ou mais de 10% nos últimos censos;

5. Projetar nova urbanidade nas aldeias para os próximos 2 ou 3 décadas, com condições modernas de habitabilidade, acessibilidade e mobilidade facilitada, repovoamento do interior profundo do país que foi esquecido e abandonado à sua sorte durante os últimos 40 anos.

6. Isenção total de custas para construção de casas novas em zonas com espaço para estacionar, acessibilidade e mobilidade facilitada, ao contrário do o PDM actual que confina as populações às zonas antigas das aldeias sem condições de habitabilidade moderna, acessibilidade e mobilidade facilitada, nem estacionamento; (parece que o Município e Autarquias em conluio com a CCDR-centro e o assobiar para o lado do Estado, querem que as pessoas maioria idosas que ainda resistem e moram nas aldeias do interior profundo de Viseu e outros distritos, são para extinção e por isso as abandonaram à sua sorte, vejam que ainda cá estamos);

7. Diminuição do IVA em 5%, diminuição do IRS (por 10 anos) nas freguesias do interior profundo do Portugal, que tenham perdido mais de 30% da população em 30 anos ou mais de 10% nos últimos censos.

Ou querem acabar com o interior do país? Medidas extraordinárias já.

Já É Tempo 

quarta-feira, 20 de agosto de 2025

Autoestrada de Viseu a Coimbra


Os lobby's do IP3 contra a autoestrada nova a sul do Mondego de Viseu a Coimbra.

O IP3 nunca terá perfil total de autoestrada.

Seria demasiado caro, serpenteia o Mondego, várias pontes, viadutos, ravinas, atravessa povoações, próximo de casas e empresas vários troços mal desenhados, íngremes e curvas perigosas. Serve trânsito local a muitos moradores.

A boa manutenção e alguns melhoramentos são necessários, ao IP3.

Mas é necessário, imprescindível e inadiável a construção de uma autoestrada nova de raiz a sul do Mondego, 80 km fica muito mais barato e serve vários municípios (com sete nós de acesso).

É claro que há muitos interesses instalados, financeiros, comerciais, industriais e políticos que vão criar muitos obstáculos.

Mas a ligação em autoestrada segura e moderna entre as duas maiores capitais de distrito do interior esquecido de Portugal é imprescindível e inevitável.

Os lobby's instalados não podem travar o progresso do país.

Um estado fraco não defende os interesses do país nem protege a população dos grupos de interesse locais.

Já É Tempo 🇵🇹

Incendiários são terroristas

 Porquê?

Porque é que o Estado permite impávido, que esta corja de terroristas incendiários continuem com sentimento de impunidade? Porquê? Porquê?

As populações das aldeias do interior profundo, esquecido e abandonado, vivem aterrorizadas todos os verões. Há um grave sentimento de insegurança nas crianças, doentes, deficientes, idosos, as autoridades competentes têm que zelar pelas populações, pelo país.

Já É Tempo

PSP discriminados

O estado português discrimina os homens e mulheres da PSP.

Será que os últimos 12 ministros da Administração Interna conseguem explicar porque é que os homens e mulheres da PSP são discriminados em relação à GNR e Forças Armadas. No final da sua vida profissional aos 65 anos levam menos 20% em média do que os homens e mulheres da GNR aos 60 anos.

Para mais fácil e rápida verificação da flagrante discriminação e grave injustiça:

Na impossibilidade de comparação enquanto na vida operacional activa, dada a miríade de situações diferentes,  funções e cargos, só é visível na média das aposentações por cada classe.

Ficam os links para todas as listas de aposentados desde JAN2025 a SET2025:

=Discriminados= 

     muito grave 

O Estado português discrimina PSP.

É uma infração ao disposto na Constituição.
E o código do trabalho estabelece salário igual para trabalho igual.

 Os policiais da PSP chegam à reforma com menos 20% (média) que os homólogos da GNR e Forças Armadas:

Vejam que os Comissários da PSP, em média chegam à reforma com valores idênticos aos Cabos-mor da GNR. Os Comissários da PSP gozam a reforma, em média com menos 500€ que os Sargentos-mor e menos 300€ que os Sargentos-chefe da GNR, clamorosa descriminação e injustiça.

O topo da carreira da classe de Chefes (PSP) recebem no final da vida activa, aos 65 anos,  menos 700€, em média, que o topo da carreira da classe de Sargentos (GNR) aos 60 anos.

Gravíssima discriminação, ofende a Constituição da República Portuguesa.

In:
DEC2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/11/216000000/0009100135.pdf
NOV2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/10/192000000/0017100206.pdf
OUT2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/09/172000000/0009400124.pdf
SET2025:
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/08/150000000/0012100155.pdf
AGO2025: https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/07/128000000/0016500198.pdf
JUL2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/06/109000000/0010400130.pdf
JUN2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/05/087000000/0010500138.pdf
MAI2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/04/068000000/0013400169.pdf
ABR2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/03/046000000/0007500119.pdf
MAR2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/02/027000000/0016400211.pdf
FEV2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/01/006000000/0038100429.pdf
JAN2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2024/12/237000000/0013600175.pdf
https://www.cga.pt/listamensalDR.asp
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sábado, 9 de agosto de 2025

Arrendamento de casa - confiança no sistema

 Rendas muito caras, poucas casas para arrendar.

Esse problema existe porque:

1. há falta de confiança no mercado de arrendamento, pois muitos proprietários não colocam as suas propriedades à renda, por terem sofrido, por vezes anos, com inquilinos que deixaram de pagar, se tornaram oKupas, e muitas vezes com destruição do interior;

2. os proprietários que arriscam arrendar inflacionam as rendas, por haver maior procura do que oferta, mas também por receio de também virem a sofrer, em poucos meses, com eventual falta de pagamento, e sabem que para conseguir o despejo do inquilino incumpridor, demora meses ou anos.

Devemos compreender as duas partes. E como os inquilinos incumpridores não têm uma marca na testa, acaba por "pagar o justo pelo pecador".

Solução:

Criar uma lei em que o "consumidor da habitação", o inquilino tem que cumprir o contrato de arrendamento, pagar pelo bem que está a usufruir, se deixa de pagar dever sair imediatamente da casa que oKupa. Caso seja pessoa necessitada de apoio do Estado, por doença, azar ou outra, então é o Estado que lhe deve dar solução para uma casa, até lá é ao Estado ou Autarquia que paga a renda ao senhorio.

Só assim se cria confiança no sistema de arrendamento.

Se assim for, vão aparecer muitas habitações para arrendar a vários preços, mais acessíveis certamente e haverá mais pessoas a investir na compra de casas para colocar no mercado de arrendamento.

Já É Tempo.

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 O problema é a falta de confiança no mercado de arrendamento.

Caso o inquilino deixe de pagar, transforma-se num oKupa.

A lei, o Estado, os Tribunais e as autoridades, deviam estabelecer regras para serem cumpridas de forma rápida e transparente.

Quem não paga a renda deve sair de imediato, um mês ou no máximo dois para o despejo.

Só com confiança no sistema e na rápida resolução do problema com a responsabilização do incumpridor, se pode esperar que haja mais proprietários a colocar as suas propriedades (casas) no mercado de arrendamento e até com rendas mais acessíveis, se tiver confiança de que caso o inquilino não cumpra com o pagamento, sai imediatamente.


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sexta-feira, 8 de agosto de 2025

As Polícias e a segurança interna

 É óbvio que para um país que tem menos população do que muitas cidades, ter dezenas de Polícias é muito caro e insuportável, insustentável.

É urgente, imprescindível e inadiável a criação de uma polícia única para todo o território nacional.

A criação da Polícia Nacional em Portugal, juntando todas as polícias, é uma questão de sustentabilidade e qualidade da segurança interna.

Cada município quer ter a sua Polícia. Cada ministério quer ter a sua Polícia.

Não é sustentável, muito dispendioso e a dispersão de meios, sobreposição de territórios, sobreposição de competências, causam grandes e graves conflitos de interesse institucional e confundem os cidadãos e estrangeiros. Ninguém lucra com este tipo de confusão nas competências da segurança interna.

Já É Tempo

quinta-feira, 7 de agosto de 2025

El dourado dos criminosos, malfeitores, marginais e parasitas

 É necessário tomar medidas, nenhum país deve permitir que o seu território seja dominado por bandidos.

Se um, qualquer, país ganha fama de humanista com os malfeitores, marginais, criminosos, é para lá que eles vão.

Se um país ganha fama de ter uma justiça branda, penas leves, empatia com os bandidos, então atrai a corja do mundo.

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Se houver um país em haja empatia pelo criminoso, o trato amistoso ao bandido, os direitos dos marginais e das máfias, as penas reduzidas, então é para lá que os criminosos e malfeitores do mundo querem ir, esse país passa a ser o seu refúgio, o seu el dourado.

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Onde é o el dourado dos criminosos, malfeitores, marginais e parasitas?


Se os criminosos, malfeitores, marginais e parasitas do mundo ficarem convencidos que há um país onde ficam a salvo, ou têm direitos especiais ou tem penas brandas, então esse será o seu refúgio.


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Alguma coisa precisa ser feita.

Direitos e deveres iguais para todos.

Quem não cumprir os deveres perde direitos.

As leis e as regras de cada país são para cumprir, pelos cidadãos e pelos estrangeiros.

Em qualquer país, os estrangeiros têm de ser capazes de garantir o seu sustento, com o seu rendimento, com o seu mérito ou com o seu trabalho honesto. Caso contrário, não tem lugar no país que o recebeu. 

 Os marginais, malfeitores, delinquentes, bandidos e parasitas não são bem-vindos em nenhum país. Cada país deve lidar com os seus.

**"

quarta-feira, 6 de agosto de 2025

Sociedade - os cidadãos que cumprem, que fazem a sua parte, são premiados?


a Srª escusava de tentar rebaixar quem dá a sua opinião. Esse seu hábito de amesquinhar e intimidar quem possa ter uma opinião diferente, não é nada bonito nem é um exemplo para ninguém.
Eu não falei em nenhuma nacionalidade, a Srª é que presumiu , o seu preconceito é patente.
Sim, a minha opinião é que a notícia deve dar todos os pormenores do acontecimento, é isso que é o mais próximo da verdade.
Sem paninhos quentes para ninguém, nem nacionalidade, nem origem, nem religião, motivação, raça, cor da pele, idade, política, hobby, etnia, grupo. Tudo o que for importante para se saber o que está a acontecer ou que sucedeu, deve ser dito, sem censura, sem intimidação, alarmismo, generalização ou intimidação. Que é o seu caso, tenta calar, tenta por baias no que pode ser dito, tenta rebaixar, tenta intimidar.
A Srª devia respeitar o outro.
Esta regra da verdade devia ser tomada por toda a comunicação social, comentadores e responsáveis políticos, em qualquer país do mundo, sobre todos os acontecimentos, em relação às vítimas, aos autores dos crimes, aos meliantes, arruaceiros, bandidos, marginais, incendiários, terroristas, praticantes da intimidação do outro, parasitas, burlões, vendedores da banha da cobra.
O que a Srª veio aqui defender é a castração das ideias, é o pântano do politicamente correto, é lançar cortina de fumo, é proteger quem se dedica à marginalidade, é proteger quem não cumpre regras nem leis.


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 A sociedade premeia os cidadãos cumpridores, que fazem a sua parte?

Ou o prêmio vai para os mal comportados?

Quando se prioriza as famílias numerosas, sem recursos, sem trabalho, sem rendimentos, sem vontade de trabalhar nem de cumprir regras, estamos a premiar esse comportamento, estamos a incentivar ao surgimento de cada vez mais parasitas do sistema.

O prêmio devia ser para o cidadão cumpridor das leis e das regras, os direitos deviam ser para os que se esforçam, que trabalham, que estudam, que escolhem o bem, em vez da marginalidade.

Senão está tudo ao contrário.

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É com agrado que verifico que este meu comentário foi lido e com like de 496 pessoas.

Por outro lado é com tristeza, verificar que está minha análise estará muito acertada, pois os sinais de apoio aos que alegadamente mais necessitavam, em detrimento de também apoiar as famílias, que melhor educação poderiam dar aos seus filhos, criou um ciclo vicioso de engrossar as famílias carentes de apoios do Estado Autarquias e segurança social, que por ali sentirem ser uma "via verde" para obtenção de casa, de creche, de médico de família, de subsídio e de toa a atenção e apoio.

Já É Tempo 

De darmos um sinal que apoiamos em primeiro lugar, quem se esforça, quem cumpre as regras e leis, quem faz a sua parte e contribui para um país mais próspero e uma sociedade melhor.

In: 

https://www.facebook.com/share/p/1F5e4SESMg/



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Desenvolvimento do país, por onde?

 O primeiro pilar do desenvolvimento de qualquer país é a segurança.

Segurança activa:

1. Segurança interna: Policia e Proteção Civil, Justiça,

2. Segurança Externa: Forças Armadas,

Segurança passiva:

1. Infraestruturas: Escolas, Hospitais, Estradas, Eletricidade, Água, Comunicações, Saneamento,

2. Economia: Rede Distribuição, Agricultura, Fábricas, Comercio.

Um país falha quando o Estado não oferece estabilidade ao povo, quando falha a confiança.

domingo, 3 de agosto de 2025

O IP3 e a necessidade de autoestrada de Coimbra a Viseu

 O IP3 e a necessidade de autoestrada de Coimbra a Viseu 

É necessário imprescindível e inadiável a construção de uma autoestrada nova de raiz de Coimbra a Viseu.

O IP3 não é transformável em perfil de autoestrada, uma vez que serpenteia o rio e várias localidades, tem umas habitações na proximidade e vários viadutos e pontes.

É mais barato e mais eficiente construir uma autoestrada totalmente nova a sul do Mondego.

O IP3 é uma estrada perigosa face ao tráfego intenso, nomeadamente autocarros, camiões e veículos cheios de famílias que chegam do estrangeiro e que partem para destinos internacionais.

Já É Tempo 


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quarta-feira, 30 de julho de 2025

Floresta em Portugal e incêndios em Portugal

Desde 2017 o que foi feito? +-0

Nos últimos 8 anos, o que mudou? 0

Quantas pessoas das aldeias se sentem, agora, mais seguras? 0

Quantas praças com 3 ou 5 mil m² foram feitas nas aldeias do interior, nos últimos 8 anos, para servir de estacionamento e refúgio? 0

Quantos caminhos foram abertos, ou alargados para melhorar a acessibilidade e socorro, nas aldeias do interior? +-0

Qual a área à volta das aldeias foi transformada de floresta em parque com árvores resistentes ao fogo, para proteger as pessoas, suas casas e seus animais? +-0

Já É Tempo 



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As populações das aldeias do interior profundo do Portugal esquecido estão abandonadas há dezenas de anos.

Aldeias em desertificação, idosos entregues à sua sorte.

Em 2017 a freguesia de Beijós ardeu, nem um bombeiro apareceu.

Desde essa calamidade passaram 8 anos, as populações vivem em terror, cercadas de floresta desordenada, nada mudou, está tudo na mesma, as populações estão à mercê do fogo se aparecer volta a ser novo drama.


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há vários concelhos do distrito de Viseu com cerca de 70% da área de floresta.

Quando arde, são as populações que ficam em grave risco, em 2017 muitas aldeias ficam entregues a si, sem um único bombeiro para ajudar a população idosa, esquecida e abandonada à sua sorte, suas casas e seus animais.

Como há muitos interesses financeiros poderosos ligados à floresta e ao combate aos incêndios (interesses de milhões) há uma campanha permanente, como é o seu caso, a favor da reflorestação, sem ordenamento e sem pensar na prevenção das pessoas e suas casas.

É criminoso e inadmissível o que se está a fazer, há 40 anos, as populações das aldeias do interior.

A história julgará esta corja de assassinos, tudo pelo dinheiro, ninguém se preocupa com as pessoas, as aldeias, as suas habilitações, os seus animais.

O pior é que a maioria, como o Sr., vão a trás da propaganda, do marketing. Lamento profundamente.

Mas, nunca devemos calar as injustiças e as maldades que vocês estão a fazer ao povo indefeso.

Passe bem.

n: https://ensina.rtp.pt/explicador/floresta-portuguesa/







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pode verificar sff:

In: https://sol.sapo.pt/2011/01/01/area-de-floresta-cresceu-75-em-100-anos/


No início do século XX Portugal tinha 2% de área de floresta.

Hoje tem cerca de 40% de área de floresta, uma das maiores percentagens do mundo.


In: https://ensina.rtp.pt/explicador/floresta-portuguesa/


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 Portugal é um dos países da Europa com mais área florestal, em termos percentuais. Portugal é um dos países do mundo com mais percentagem de área florestal, dos que têm mais dias de sol e mais dias sem chuva por ano.

Portugal tinha menos de metade das florestas há 100 anos.

Com a agravante de termos abandonado o interior do país à , sua sorte, centenas ou milhares de aldeias em desertificação demográfica, maioria dos residentes são idosos e doentes.

Não há uma medida para atrair pessoas para o interior (dupla insularidade).

E também, permita que lhe diga, a Srª Aida não devia menosprezar ou tratar com aivos de superioridade as outras pessoas, muito menos quem não conhece, não vou, neste fórum, inunciar o meu currículo nem desculpar-me com as centenas de livros que li, ou as dezenas de países que visitei, a maioria em trabalho, ou as muitas dezenas de estudos e artigos científicos sobre este assunto.

Passe bem, pois certamente que não tem tempo ou não está disponível para ler comentários ou opiniões diferentes.

In: https://sol.sapo.pt/2011/01/01/area-de-floresta-cresceu-75-em-100-anos/

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Olga Castro é o 30-30-30 X3

sempre que há 3 dias ou mais com temperatura de 30º, velocidade do vento 30km,/h e humildade do ar <30%, está criado as condições para alto risco de incêndio e rápido evolução.

Naturalmente que os bandidos incendiários nessas alturas têm mais sucesso.

Naturalmente que o desleixo dos fumadores, trabalhadores rurais ou das estradas, ou nos caminhos de ferro, ou campistas, ou dos grelhados também podem ser agravados nesses dias.

Essa situação de alto risco é tanto maior quanto mais dias sucessivos ou mais períodos num mês ou numa época.

Portugal tem mais do dobro de floresta que há 100 anos. A população do interior profundo esquecido diminuiu 70% num século.

Não há nenhuma medida de apoio à população envelhecida abandonada à sua sorte. Beijós tem 1/3 dos habitantes de há 100 anos, maioria idosos, os terrenos não dão qualquer rendimento, limpeza de 1 ha custa 1.000€ todos os anos.

Portugal é um dos países do mundo com maior área percentual de floresta.

Não há apoio nem empatia por quem o pais abandonou no interior miserável, só aparece críticos, gente que gosta de menosprezar e rebaixar os que estão a viver nas aldeias sem condições nem acessibilidades modernas.

Já É Tempo 

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Portugal está a abandonar o interior, à sua sorte, há várias décadas.

Beijós uma aldeia no distrito de Viseu perdeu 2/3 dos habitantes em 100 anos, nos últimos 30 anos perdeu 40%, nos últimos censos 2021 perdeu 16% dos residentes.

Não há uma única medida política para estancar o inverno demográfico. A maioria dos residentes são idosos, esquecidos e entregues à sua sorte, pelo Estado. A floresta que rodeia a aldeia não dá rendimento. A Câmara Municipal reduziu em 53% o perímetro urbano, terrenos que eram urbanizáveis passaram a área florestal. Quem quiser fazer casa nova que vá para a sede do município disse o vereador Batista.

As pessoas que saíram em busca de trabalho, para o Porto, Lisboa, Algarve, e para a diáspora das comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, têm vontade de voltar às suas raízes, mas é só burocracia e alcavalas para construir uma casa com condições modernas, acessibilidade, mobilidade facilitada, conforto térmico, estacionamento, tal é impossível nos casebres em ruínas, ruas sinuosas, íngremes. Como a Câmara está apostada em reduzir drasticamente o número de terrenos onde se pode construir, está à mostra o fim da freguesia em poucos anos.


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Quando é que a prioridade, da prevenção, será das pessoas, suas casas e seus animais?

A lei deve proteger as vidas e aldeias, é urgente, imprescindível e inadiável a obrigação de uma faixa de 100 metros sem floresta à volta das localidades.


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A lei obriga proprietários a limpar terrenos até final de abril, (para evitar incêndios) devia ser até final do primavera.

A lei, para evitar incêndios, devia proibir fogo de artifício de 01 julho até 30 setembro


***.

sábado, 26 de julho de 2025

Discriminados - muito grave - PSP

O MAI sabe?
Que os homens e mulheres que servem na PSP estão a ser gravemente discriminados nas suas carreiras, nos seus salários e na sua reforma? Dada a miríade de funções diferentes e progressão na carreira impossível de comparação. Pode verificar a clamorosa injustiça na retribuição média nas 3 classes, comparada com a GNR e Forças Armadas.
Os oficiais, chefes e agentes chegam à aposentação com menos 20%, em média, do que os oficiais, sargentos e praças da GNR.
Alguém consegue justificar esta diferença de tratamento?
Vide in: https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/08/150000000/0012100155.pdf

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= Discriminados = 
     muito grave 

O Estado português discrimina PSP.

 Os policias da PSP chegam à reforma com menos 20% (média) que os homólogos da GNR e Forças Armadas:

In:
NOV2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/10/192000000/0017100206.pdf
OUT2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/09/172000000/0009400124.pdf
SET2025:
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/08/150000000/0012100155.pdf
AGO2025: https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/07/128000000/0016500198.pdf
JUL2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/06/109000000/0010400130.pdf
JUN2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/05/087000000/0010500138.pdf
MAI2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/04/068000000/0013400169.pdf
ABR2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/03/046000000/0007500119.pdf
MAR2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/02/027000000/0016400211.pdf
FEV2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/01/006000000/0038100429.pdf
JAN2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2024/12/237000000/0013600175.pdf

https://www.cga.pt/listamensalDR.asp

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Estado Português discrimina o pessoal da PSP em relação à GNR e Forças Armadas.
Infelizmente o pessoal da PSP, são tratados como bastardos. Na impossibilidade de comparação do rendimento durante a vida activa por serem carreiras distintas e pela miríade de situações funcionais, pode cosntatar-se na média das aposentações que em final de carreira têm menos 20% que a GNR e Forças Armadas.
É uma injustiça grave.
Carreiras mal desenhadas, uso e abuso por desempenho de funções em substituição, promoções tardias, fórmula de cálculo da carreira contributiva penalizadora na PSP.
Verificar nas listas mensais de aposentados:
In: 
AGO2025: https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/07/128000000/0016500198.pdf
JUL2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/06/109000000/0010400130.pdf
JUN2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/05/087000000/0010500138.pdf
MAI2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/04/068000000/0013400169.pdf
ABR2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/03/046000000/0007500119.pdf
MAR2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/02/027000000/0016400211.pdf
FEV2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/01/006000000/0038100429.pdf
JAN2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2024/12/237000000/0013600175.pdf

https://www.cga.pt/listamensalDR.asp


***

claro que, os homens e mulheres que servem Portugal na GNR , não têm culpa.
O certo é que se verifica uma discriminação injusta e isso tem que ser corrigido.
Se fosse ao contrário também era injusto.
A nossa segurança depende dos homens e mulheres que servem nas forças de segurança, devem ser tratados com a dignidade e igualdade que merecem. Sob o risco de qualquer dia não termos candidatos.

***

Nuno Coelho as tabelas remuneratórias são iguais.
Estão publicadas no DR.
São públicas.
O problema está na carreira mal desenhada na PSP. Ao finde 10 anos de carreira já se nota 6 ou 7% de prejuízo na PSP. No final das carreiras das 3 classes, a média remuneratória é prejudicial em cerca de 20%, mas é também de fácil visualização para quem não quer entender ou não quer fazer contas para achar as médias.
Há ainda a fórmula de cálculo da aposentação que é fortemente penalizadora para a PSP.
A classe de Sargentos da GNR e Forças Armadas vão para a aposentação com uma média remuneratória idêntica à média dos oficiais da PSP.
Os praças da GNR vão para a aposentação com média remuneratória idêntica à média dos chefes da PSP.

Volto a colocar os links para quem quiser comprovar a verdade:
In:
AGO2025: https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/07/128000000/0016500198.pdf
JUL2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/06/109000000/0010400130.pdf
JUN2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/05/087000000/0010500138.pdf
MAI2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/04/068000000/0013400169.pdf
ABR2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/03/046000000/0007500119.pdf
MAR2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/02/027000000/0016400211.pdf
FEV2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/01/006000000/0038100429.pdf
JAN2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2024/12/237000000/0013600175.pdf

https://www.cga.pt/listamensalDR.asp

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sexta-feira, 25 de julho de 2025

O conceito e o significado da palavra

 


 a língua portuguesa deve ser usada segundo o significado da palavra com o seu conceito, vide dicionário da língua portuguesa.  Ninguém pode ser criticado muito menos punido por usar a palavra com o significado do acto ou seu autor
-Violação é cometida pelo violador ou estuprador;
-assacinato é feito pelo assassino;
-furto pelo ladrão ou gatuno ou larápio;
-roubo pelo assaltante/bandido/malfeitor;
-desacatos, violência, importonuio da vida em sociedade são os vândalos,/ delinquentes;
Todos são marginais ou pulhas.
É um erro craso e desrespeitar todos os outros quando se nomeiam os marginais com "jovens" ou outro nome qualquer.
É a banalização do crime, como se fosse normal todos os "jovens" fazerem o mesmo, e estes "coitados" tiveram azar de serem apanhados. Isto é absolutamente errado e lamentável.


quarta-feira, 23 de julho de 2025

Acrónimo KISS

 Há 12 anos estava na fila gigante em Sete Rios, para renovar o cartão de cidadão, de manhã antes de abrir a loja do cidadão. 

Vejo um Sr. Idoso cair, saí da fila e fui em seu auxílio. Apresentava-se muito pálido, olhar perdido, não dizia coisa com coisa, voz enrolada. Telefonei para o 112, estive 1 hora ao telemóvel, a enfermeira deu-me vários raspanetes. Dizia para perguntar a idade ao sr., se ele tinha alguma doença crônica, se sentia dores, se queria ir ao hospital, se, se, se,

A ambulância chegou uma hora e meia depois.

É exasperante, é exaustante, é desmotivador, é revoltante.

Entretanto apareceram 2 Agentes da PSP, quando eu disse que estava há 1 hora ao telemóvel, disseram que era o normal.

Alguma coisa tem que mudar.

Al Gore dizia nas 1ªs Conferências do Estoril que era preciso simplificar todos os processos, aplicar o acrónimo "KISS - Keep It Simple Stupid".

E é mesmo preciso, imprescindível e inadiável.

segunda-feira, 21 de julho de 2025

PSP Low cost

 O MAI sabe?

Que os homens e mulheres que servem na PSP estão a ser gravemente discriminados nas suas carreiras, nos seus salários e na sua reforma? Dada a miríade de funções diferentes e progressão na carreira impossível de comparação. Pode verificar a clamorosa injustiça na retribuição média nas 3 classes, comparada com a GNR e Forças Armadas.

Os oficiais, chefes e agentes chegam à aposentação com menos 20%, em média, do que os oficiais, sargentos e praças da GNR.

Alguém consegue justificar esta diferença de tratamento?

Vide in: https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/08/150000000/0012100155.pdf

***

Diz que a PSP é a polícia com a média de idade mais alta do mundo.

Ainda há quem fique admirado por não haver candidatos. Comparem os valores de reforma que são publicados no DR, com as outras forças de segurança e armadas, com os serviços de segurança, nacionais e estrangeiros, facilmente entenderão. Ah e veja-se as instalações inadequadas e insalubres onde trabalham, dignidade da função (-1%).


Se analisarmos as listas de aposentados constatamos facilmente qual é a polícia Low Costa de Portugal.

Nem é preciso comparar com os serviços de segurança portugueses, muito menos com a vizinha Espanha ou com a média da União Europeia.


Média da aposentações das Forças Armadas/GNR/PSP:

Oficiais das F.A.= 3.988€

Oficiais da GNR = 3.767€

Oficiais da PSP = 2.668€

**

Sarg F.A. = 2.566€

Sarg GNR = 2.624€

Chefes PSP= 2.170€

***

Praças GNR = 2.133€

Agentes PSP = 1.700€

 A PSP ganha o prêmio da polícia Low Cost€ 😭

Oficiais da PSP -29%

Chefes da PSP -19%

Agentes da PSP -20%

do que os homólogos da GNR.


Quem tem dúvidas de que a PSP perdeu toda e qualquer atratividade, como carreira, nos últimos 30 anos? Só por amor à camisola ou para muito distraídos.

Ainda há quem se espante pela desmotivação? 

Ainda há quem se admire por faltar candidatos?

Ainda há quem se surpreenda pela indignação?


In: DR 2ª série, nº 128 de 07JUL2025, Aviso nº 16.705/2025/2


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Estado português trata a PSP como bastardos.

Os profissionais da PSP, Homens e Mulheres que servem o país numa das mais nobres funções, são desconsiderados e menosprezados pelo Ministério da Administração Interna e pelo Estado Português.

No final da sua vida activa tem reformas 20%, em média, inferiores às do pessoal da GNR e Forças Armadas.

Veja-se as listas de aposentados:
https://www.cga.pt/listamensalDR.asp

JAN2025:
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2024/12/237000000/0013600175.pdf
FEV2025:
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/01/006000000/0038100429.pdf
MAR2025:
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/02/027000000/0016400211.pdf
ABR2025:
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/03/046000000/0007500119.pdf
MAI2025:
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/04/068000000/0013400169.pdf
JUN2025:
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/05/087000000/0010500138.pdf
JUL2025:
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/06/109000000/0010400130.pdf
AGO2025: https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/07/128000000/0016500198.pdf
SET2025:
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/08/150000000/0012100155.pdf
OUT2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/09/172000000/0009400124.pdf
NOV2025
https://files.diariodarepublica.pt/2s/2025/10/192000000/0017100206.pdf

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terça-feira, 15 de julho de 2025

A propósito dos direitos

 Pactuar com a ilegalidade e fomentar o sentimento de impunidade.

Parasitas, cada país cuide dos seus, já cá há muitos há 4 séculos. Famílias inteiras que nunca trabalharam, nem querem, mas "têm direito a saúde, educação, casa", tudo à borla. Isso nem é o pior, para além disso vivem a infernizar todos quantos os mantêm.

Se forem apanhados a gamar, a vandalizar, a desrespeitar todas as regras e leis, aqui d'el Rei que são perseguidos, são vítimas da sociedade.

Bolas, também é demais.


***

Portugal deve receber os imigrantes que queiram melhorar a vida da sua família, com o salário do seu trabalho.

Portugal precisa de pessoas que contribuam para o crescimento e desenvolvimento do país, a esses deve ser dadas todas as condições possíveis para se integrarem.

Quem vai para outro país deve respeitar a cultura, a história, as regras e leis.

Assim fica óbvio que essas pessoas devem ser bem recebidas e respeitadas.

Os marginais, rufias, delinquentes, criminosos e parasitas, cada país que ature os seus.

É uma questão de justiça.


***

A exploração da "compaixão e humanidade" alheia poder ser, infelizmente, para alguns, muitos, um modo de vida, um negócio.

***


Houve muita coisa que era crime e deixou de ser por "decreto", por exemplo: consumo de droga, posse de pequenas doses, furto de auto-rádio, cheque sem cobertura, etc.

Há ainda a convicção de que não adianta apresentar queixa ou denunciar, alguns furtos, roubos, injúrias, ameaças, intimidação, coação, bullying, opressão laboral, assédio moral na profissão. 

O processo é demorado, é considerado "2º prejuízo", muitas vezes a vítima denunciante sofre retaliações, é perseguida, é ostracizada pelos pares por medo de conotação.

Quando os demorados processos chegam ao fim e a justiça funcionou a sentença é muitas vezes só repor o prejuízo causado, sem ter em conta o que foi gasto e perdido com todo o processo, que na maioria das vezes é muito superior ao dano inicial. O prevaricador, ainda que condenado, sai com sorriso de impunidade, por ter infligido ainda mais prejuízo e medo á vítima. Quantas vezes, se gabam, de imediato: - "é para aprenderem, é para saberem que não se devem meter connosco, quem se mete comigo, quem se mete connosco Leva" e "vou-te mAtar,... o gato".

Veja-se o aumento exponencial do sentimento de impunidade de muitos rufias, de muitos grupos de marginais, de muitos grupos de parasitas, de muitos grupos de criminosos que fazem do "pequena criminalidade diária" o seu modo de vida, vasta sair à rua, ir à praça, à feira, aos centros comerciais, à praia, à diversão noturna e olhar, e ver.

O pior é que nos habituamos, achamos normal, que em todas as cidades, vilas e aldeias haja esse tipo de gente, que passa a vida a enganar os outros, furtar, burlar, roubar, intimidar, amedrontar. Muitas vezes há até um "movimento" de pena de empatia por alegada "compaixão" pelo criminoso profissional, essa humanidade bacoca que esquece por completo as vítimas.

Já É Tempo.


***

terça-feira, 8 de julho de 2025

As regras são só para alguns, sempre.

 Num país em que não é possível fazer aplicar as regras a todos.

Porque alguns grupos, algumas famílias vivem, desde sempre, à margem de qualquer lei, fora das regras, com total sentimento de impunidade.

O problema é muito profundo. É estrutural, muitos grupos, muitas famílias, vivem há muito tempo, talvez desde sempre, à margem da lei. Sem que sintam qualquer incomodo, qualquer dano no seu negócio ilegal, na sua vida marginal.

São muitos, organizados, com ramificações, com hierarquia. Se alguém lhes tentar fazer frente, se sentirem que a lei do país se aproxima, então está tudo estudado. Eis que surge o discurso de vítimas da sociedade, logo depois o da xenofobia, de imediato o da fuga e negação, da obstrução, senão usam a intimidação, a ameaça, a injúria, a vozearia, o total desrespeito por quem tentar fazer cumprir a lei.

No final ganham sempre, porque nada lhes acontece, e eles sabem disso, a lei perdoa-lhes sempre porque são "coisas menores" o desrespeito à lei, viver à margem das regras, viver como parasitas, viver importunando diariamente os outros, intimidando a sociedade e os agentes de autoridade "não é grave".

Por fim, acabam por ser apaparicados, elogiados, postos em relevo nos "abraços fraternos" com "selfies de circunstância" elogiados por serem marginais e parasitas.

E isso não vai mudar, nunca, porque os marginais não querem. Não muda porque o sistema permite a impunidade, porque não há qualquer consequência para os infractores, e eles sabem, e é ainda pior, porque os grupos marginais gozam com isso, riem-se disso. Os grupos marginais intimidam impunemente, tudo e todos, até os agentes e funcionários do estado e das autarquias. Porque o sistema acaba sempre por os compensar, com apoios milionários à tentativa vã de integração, que fingem aceitar, que fingem querer. Mas, não aceitam nem querem. Vivem disso e para isso, vivem da marginalidade e rejubilam em ludibriar o sistema, contornar as leis e desrespeitar todas as regras.

Estão distribuídos em rede por todo o país, apoiam-se e protegem-se contra as leis e regras do país que sugam , que parasitam, que infernizam. É só estar um pouco atento, em todas as vilas, em todas as cidades, em todos os centros comerciais, em todos os supermercados, em todas as lojas. A segurança é a primeira e principal preocupação de qualquer empresário, de qualquer comerciante. Muitos, talvez a maioria, dos furtos, das ameaças, dos danos, das intimidações, não são participados. Porque quando são denunciados, nada acontece aos marginais, nada acontece aos prevaricadores. E uns e outros sabem disso. E depois é pior, a intimidação, a ameaça sistemática, é o "vou-te afogar (...) o gato", vou-te matar (,,,) o gato " e riem, e gozam. E voltam a fazer o mesmo ou pior.

Já É Tempo.


***


Um país em que o legislador faz leis, mas se os políticos responsáveis não tiverem coragem de as fazer cumprir, então é o total sentimento de impunidade.

Pior é se os mais altos responsáveis do país tirarem o tapete às autoridades que tentam fazer cumprir as leis.

Se o legislador achar que uma lei não é para cumprir, muito fácil altera a lei ou revoga.

Ninguém deve estar acima da Lei.


***

Um país onde a ilegalidade compensa.

Quando não há consequências.

Quando se espera perdão pelas infrações.

Quando se apela à compaixão.

Pode ser que tenham um retorno, um prêmio, uma casa que muitos milhares passam toda a vida a pagar.

Então é um sinal para todos os aspirantes à ilegalidade, à marginalidade.

Porque no final cometer ilegalidades não representa grande risco, até pode compensar e muito.

É o total sentimento de impunidade.


***

Há grupos, há famílias inteiras a explorar o el dourado do sentimentos de compaixão e humanidade. Sabem que assim podem viver à margem da lei, podem infringir todo o tipo de regras.

Se forem apanhados, esconder-se atrás dos idosos, das crianças, da alegada miséria. Mas muitos ostentam carros de alta gama, nem sempre roubados, telemóveis de topo, ocupam propriedade alheia, furtam, burlam, intimidam comerciantes, intimidam professores, intimidam agentes de autoridade, intimidam os funcionários das Autarquias, intimidam os funcionários públicos, intimidam o pessoal da área de saúde.

Enfim, correm pouco risco de serem apanhados, porque na maioria das vezes ninguém ousar denunciar, por medo das retaliações, que se fazem sentir de imediato, sem pejo nem vergonha, com ostentação e vozearia. Todos têm que ficar cientes que não lhes podem, nem devem fazer frente.

Mas, no final, se tiverem o azar de serem apanhados, uma em cada dez ou mais infrações, ainda resta o último trunfo, de se fazerem vítimas da sociedade, são perseguidos, são uns coitados, desgraçados, assim grangeiam um coro de apoiantes da tal sociedade que parasitam, os mais altos responsáveis políticos e das classes dirigentes, ouvem os "humanistas" e clamam por perdão e até, por vezes com palavras de empatia e incentivo aos marginais profissionais, aos parasitas profissionais.

Solução?

Não havendo, vai continuar tudo na mesma, transforma-se um país no paraíso dos que vivem à margem da lei e gabam-se disso.

Quem disser algo, é catalogado de imediato de adjetivos de extremista e de falta de humanidade.

***


Havia um país onde:
- chamar bandidos aos bandidos, marginais aos marginais, parasitas aos parasitas, violadores ao que violam, ladrões aos que furtam, incendiários aos que deitam fogo,
 - é conotado como desumano, racista, xenófobo, cruel, etc.

Os pulhas têm direitos, os mafiosos também, os bandidos idem, os parasitas são uns"coitados" que devem ser protegidos e subsidiados, mesmo que só causem desacatos e provocações intimidatórias.

****


A burocracia, nepotismo, clientelismo no Estado e Municípios é o convite à corrupção.

Nenhum país dá bom sinal aos investidores se os processos administrativos forem demorados e difíceis. É só obstáculos a quem pretender investir.

Aparentemente a empatia da administração vai para os parasitas e para os alegados "coitados", simpatia e atenção para anarKas, oKupas, ilegais, indocumentados, marginais ditos "vítimas da sociedade".

Estes sinais atraem grupos de mafiosos e outros malfeitores profissionais em explorar sistemas sociais naifs e amigáveis para os anti-sistema.


***

quarta-feira, 2 de julho de 2025

De novo o uso da burca

 Quando o Kasaquistão dá um excelente exemplo ao mundo na defesa da igualdade de homens e mulheres.

Olha ocidente, és incapaz de defender o direito, a todas as mulheres, de terem rosto, pelo qual todo o ser humano é reconhecido pelos outros.

terça-feira, 1 de julho de 2025

De novo as praxes

 Já É Tempo de acabar com as praxes em todo o lado.

Não é com humilhação, rebaixamento que se fazem melhores seres humanos,

melhores homens, nem melhores mulheres.

Não é com injúrias, ofensas, desrespeito pelos direitos humanos, muito menos com tortura que se treinam militares melhores, polícias melhores, atletas melhores, médicos melhores, advogados melhores, psicólogos melhores, enfermeiros melhores, enfim melhores cidadãos.

Esse exemplo de rir da humilhação do outro não beneficia em nada a sociedade.

***

...o pior é que se chama praxe a tudo.

Acredito num processo de integração praxis, em que o indivíduo vai sendo tratado cada vez com mais elevação até atingir o nível esperado dos profissionais da instituição ou profissão. Sempre com ética, com respeito mútuo, valorizando a capacidade de humanidade e compaixão pelos seus pares e pela população, em especial pelos mais frágeis, bebés, crianças, grávidas, deficientes, idosos, pessoas com mobilidade reduzida, ...

👏🎖️🇵🇹


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In:

https://www.facebook.com/share/p/1FabipfiiQ/



Listas de aposentados DR - PSP vs GNR

Listas de aposentados DR  Últimos 23 meses:  DR - lista de aposentados em: NOV2026 https://files.diariodarepublica.pt/2s/2026/10/193000000/0...