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domingo, 9 de agosto de 2026

Portugal apostou em festivais, PDM e desertificação das aldeias do interior

 Em contrapartida Portugal especializou-se em festas, festivais, exposições ralis, campeonatos, congressos, cimeiras, jornadas, museus, futebol, almoçaradas, jantaradas, viagens de propaganda.

A burocracia infinita continua, qualquer iniciativa de investimento esbarra no muro de dificuldades, alcavalas, demora, estudos, análises, pareceres. As câmaras municipais e CCDRs resolveram diminuir o perímetro urbano das aldeias do interior que já estavam em desertificação, acabam de dar o golpe para a morte anunciada, pretendem acabar com muitos povoados, deram a "extrema unção".

Beijós uma Aldeia em Viseu viu o seu perímetro urbano diminuir em 53%, a CCDR-centro e Câmara Municipal de Carregal do Sal resolveram prejudicar os proprietários de muitos terrenos urbanizáveis, que na alteração do PDM em 2024 passaram a área florestal, muitos deles eram a 300 metros do centro da aldeia, com boa acessibilidade, passíveis de mobilidade facilitada, planos e de muito fácil urbanização.

Houve um abaixo assinado de centenas de pessoas interessadas, o Presidente da Câmara Municipal de Carregal deu a sua palavra que iria estudar e resolver, mas passados 2 anos está tudo na mesma.

Esperemos que não entre no esquecimento.


sexta-feira, 7 de agosto de 2026

PDM de 2024 rouba proprietários de Beijós

 Porque é que as câmaras municipais e CCDRs cortaram no perímetro urbano de muitas terras, terrenos que eram urbanizáveis passaram a terrenos florestais em 2024?

A câmara municipal de Carregal do Sal e a CCDR-centro reduziram em 53% o perímetro urbano de Beijós, uma Aldeia em Viseu?

Eu herdei um terreno em 2017, avaliação nas partilhas como terreno urbanizável, em 2024 passou a ser considerado no PDM como terreno florestal, por decisão administrativa (sem qualquer fundamento) pela câmara municipal de Carregal do Sal e CCDR-centro. Isto é lesar gravemente o valor do património dos proprietários, um terreno perde 70% do valor de mercado, é uma burla é um roubo.

O estado central finge que não vê e as Autarquias estão em roda livre com o encobrimento das CCDRs.

Há rumores de interesses obscuros financeiros, dizem ser mão dos lobby's instalados de vinhateiros e das florestas. Não é possível saber.

O que é certo é que para muitas povoações como Beijós, em desertificação, perdeu 40% de população nos últimos 30 anos, esta decisão conjunta da câmara municipal de Carregal do Sal e da CCDR-centro é uma sentença de morte ou certidão de óbito para a aldeia, para a freguesia.

Um vereador teve a desfaçatez de me dizer em 2024, que era 110% a favor da drástica redução do perímetro urbano, que quem quisesse fazer casa nova tinha muitos lotes à venda da sede do concelho. Só não disse se ele também tinha lotes à venda.

No município muitos têm dito que é melhor calar senão é pior e haverá represálias, retaliações e perseguição.

Será??

terça-feira, 7 de abril de 2026

Inverno demográfico em Carregal do Sal e conivência da CCDR-centro

 As aldeias do interior profundo do país estão em desertificação, abandonados e esquecidos.

É urgente, necessário, imprescindível e inadiável o apoio às populações que vivem nas aldeias do interior, mais acessibilidade, melhorar a mobilidade facilitada, criar estacionamento, isenção de IMI, fim do IMT e das mais valias, urbanização e loteamento fácil e gratuito. 

Urge uma nova política de repovoamento do interior, deve ser criada a lei da "dupla insularidade" para as aldeias que tenham perdido mais de 10% de população nos últimos censos ou mais de 25% nos últimos 40 anos.

A CCDR-centro e a Câmara Municipal de Carregal do Sal retiraram 53% do perímetro urbano da aldeia de Beijós no PDM de 2024. Será que pretendem apagar a aldeia do mapa? Beijós perdeu 16% da população nos últimos censos, pretenderam dar o golpe final?

Porque é que perseguem os proprietários das pequenas aldeias?

Porque é que impedem a construção nova com condições modernas de habitabilidade, acessibilidade e conforto térmico?

Porque é que confinam as pessoas nos arruamentos apertados, sinuosos, íngremes e sem estacionamento?

Porque é que teimam em obrigar as pessoas a restaurar casebres, cochichos sem a mínima hipótese de habitabilidade moderna?

Porque é que aumentam a burocracia, complicações e problemas para quem pretenda regressar às suas raízes e construir uma casa nova, com condições modernas de habitabilidade e conforto térmico e acessibilidade e estacionamento?

Consta que o lobby das florestas, dos vinhateiros e os interesses obscuros financeiros instalados dominam os centros de decisão, será?

Qual foi o investimento, nas últimas 2 décadas, na criação de novos loteamentos, novas urbanizações, novas infraestruturas, novas ruas, novos caminhos, estacionamentos nas aldeias como Beijós? Zero?

Como é que os responsáveis da CCDR-centro e Câmara Municipal de Carregal do Sal pretendem inverter o inverno demográfico?

quinta-feira, 5 de março de 2026

53%

 Agora é que a CCDR-centro vai reparar a injustiça feita por eles e a Câmara Municipal de Carregal do, reduziram 53% do perímetro urbano da aldeia de Beijós, no PDM em 2024.

Há 18 anos doámos 360 m² para o domínio público, alargamento da Rua da Eira, Beijós - Carregal do Sal.

O Presidente da Junta disse que a Câmara ia passar os terrenos a urbanizáveis, cumpriu.

Em 2017, em partilhas aquele terreno coube me em herança, com avaliação de terreno urbanizável.

Em 2024 a CCDR-centro e Câmara Municipal de Carregal do Sal passaram, na revisão do PDM, a terreno em área florestal.

De referir que o terreno está com elevada acessibilidade, a 300 metros do centro da aldeia (Junta de Freguesia, Cáritas, Associação Cultural, comércio), o acesso é plano, com a melhor capacidade de estacionamento da aldeia.

A Lei diz que o Estado, instituições do estado e Autarquias são pessoas de bem.

As más línguas de alguns dizem que era de esperar, que há interesses financeiros obscuros, uns dizem que é o lobby dos vinhateiros outros dizem que é o lobby das minas de lítio. Outros ainda, aconselham a calar, senão é pior, dizem! Há até quem diga que se escrever isto, nos sites da região, que alguém mandará apagar.

Não sei, mas é muito estranho.

segunda-feira, 2 de março de 2026

Área florestal onde era urbanizável

 Há 18 anos doámos 360 m² para o domínio público, alargamento da Rua da Eira, Beijós - Carregal do Sal.

O Presidente da Junta disse que a Câmara ia passar os terrenos a urbanizáveis, cumpriu.

Em 2017, em partilhas aquele terreno coube-me em herança, com avaliação de terreno urbanizável.

Em 2024 a CCDR-centro e Câmara Municipal de Carregal do Sal passaram, na revisão do PDM, a terreno em área florestal. Redução do perímetro urbano de Beijós em 53%, um vereador da Câmara Municipal de Carregal do Sal, disse que era 110% a favor da redução.

De referir que o terreno está com elevada acessibilidade, a 300 metros do centro da aldeia (Junta de Freguesia, Cáritas, Associação Cultural, comércio), o acesso é plano, com a melhor capacidade de estacionamento da aldeia.

A Lei diz que o Estado, instituições do estado e Autarquias são pessoas de bem.

As más línguas de alguns dizem que era de esperar, que há interesses financeiros obscuros, uns dizem que é o lobby dos vinhateiros outros dizem que é o lobby das minas de lítio. Outros ainda, aconselham a calar, senão é pior, dizem! Há até quem diga que se escrever isto, nos sites da região, que alguém mandará apagar.

Não sei, mas é muito estranho.

Falta fazer, na PSP

 Falta: 1. infraestruturas modernas, funcionais e seguras; 2. Acabar com a falta crônica de meios auto; 3. Fazer uma Unidade Nacional Logíst...