sexta-feira, 11 de setembro de 2026
25 anos depois - 11 setembro
quinta-feira, 10 de setembro de 2026
Segurança interna de Portugal, ano 2026
Há que inverter o descalabro, do abandono das polícias e segurança interna.
Perante o precipício governo não pode mandar a PSP dar um passo em frente
Os polícias são pessoas numa profissão de enorme desgaste, complexidade, dificuldade, stressante, escrutínio permanente, fracos meios, excesso de trabalho, a maioria dos profissionais estão exaustos ao fim de 20 anos, com 25 anos de carreira estão deprimidos, com 30 anos de carreira estão em burnout.
Os policias também envelhecem, adoecem, engravidam, também têm família, mulher que também fica doente, filhos que estão doentes ou deficientes, não há apoio nenhum à família policial, também sofrem intimidação, bullying, ameaças, ostracismo, empobrecimento.
Os PSP chegam 5 anos mais tarde à aposentação do que os GNR e FA. Os PSP são discriminados pelo estado português na fórmula de cálculo da reforma, levam menos 25% do que os seus homólogos da GNR e FA.
O nível de vencimentos no início da carreira só rivaliza com os caixas de alguns supermercados.
Como os políticos dos últimos 20 anos deixaram chegar as polícias ao grau "menos um", têm as instituições à frente de um precipício., o que decidem? Manda dar um passo em frente.☢️🚫
Infelizmente os sucessivos governos fizeram desbaratar um dos maiores activos do país, a Segurança.
Durante anos desinvestiram nas polícias, trataram mal os que estavam dentro e impediram o acesso a quem queria servir o país nas forças de segurança, pois retiraram direitos e regalias, sonegaram salários dignos, estragaram a hierarquia e carreiras, falha crónica de meios auto. Envelhecimento dos efectivos policiais, falta grave do cumprimento da legislação de aposentação, a PSP é discriminada pois vai para a aposentação 5 anos mais tarde e recebe menos 25% do que os seus homólogos da GNR e FA. O governo criou uma lei de salvaguarda de direitos, em 2017, para a GNR e FA, e esqueceua PSP. O estado português discrimina, rebaixa, desvaloriza, desconsidera e humilha todos os homens e mulheres que servem a segurança interna na PSP.
terça-feira, 8 de setembro de 2026
Perante o precipício governo manda a PSP dar um passo em frente
Perante o precipício governo manda a PSP dar um passo em frente
Os polícias são pessoas numa profissão de enorme desgaste, complexidade, dificuldade, stressante, escrutínio permanente, fracos meios, excesso de trabalho, a maioria dos profissionais estão exaustos ao fim de 20 anos, com 25 anos de carreira estão deprimidos, com 30 anos de carreira estão em burnout.
Os policias também envelhecem, adoecem, engravidam, também têm família, mulher que também fica doente, filhos que estão doentes ou deficientes, não há apoio nenhum à família policial, também sofrem intimidação, bullying, ameaças, ostracismo, empobrecimento.
Os PSP chegam 5 anos mais tarde à aposentação do que os GNR e FA. Os PSP são discriminados pelo estado português na fórmula de cálculo da reforma, levam menos 25% do que os seus homólogos da GNR e FA.
O nível de vencimentos no início da carreira só rivaliza com os caixas de alguns supermercados.
Como os políticos dos últimos 20 anos deixaram chegar às polícias ao grau "menos um", têm as instituições à frente de um precipício., o que decidem? Manda dar um passo em frente.☢️🚫
sexta-feira, 14 de agosto de 2026
Medidas para acabar com o eldorado dos mafiosos do crime organizado internacional em Portugal
Portugal - séc XXI - 2026
1. Leis brandas,
2. penas leves,
empatia pelos fora-da-lei, criminosos e parasitas por parte dos políticos comunicação social comentadores e activistas,
3. Forças de segurança desmotivadas, envelhecidas, salários baixos, infraestruturas obsoletas e inadequadas, falta crônica de meios auto, carreiras pouco atraentes;
4. PSP altamente discriminada na aposentação, vão 5 anos mais tarde e com menos 25% de valor (-500€ mensais) que os seus homólogos da GNR e FA (legislação de 2017 esqueceu da PSP na salvaguarda de direitos);
5. Tribunais e prisões a precisar de instalações adequadas, modernas e seguras;
6. Excesso de garantimo dos direitos dos criminosos;
7. Fim à notificação dos criminosos detidos em flagrante para se apresentarem em tribunal voluntariamente. Uma noite ou duas nos calabouços já era algo dissuasora;
8. É necessário, imprescindível e inadiável tratar diferente os criminosos estrangeiros, devem ser deportados todos os estrangeiros que cometem crimes graves ou aqueles que sejam reincidentes ou que façam do crime modo de vida como os carteiristas ou burlões;
9. Todos os estrangeiros devem munir-se de seguro de vida, saúde que cubra doença, acidente, gravidez, internamento, funeral e trasladação.
10. Todos os estrangeiros devem ter capacidade financeira para ser autónomos, ou ter capacidade e vontade para trabalhar de forma honesta para sustentar a sua família;
quinta-feira, 13 de agosto de 2026
Estado português abandonou a segurança interna e rebaixa a PSP
Infelizmente os sucessivos governos fizeram desbaratar um dos maiores activos do país, a Segurança.
Durante anos desinvestiram nas polícias, trataram mal os que estavam dentro e impediram o acesso a quem queria servir o país nas forças de segurança, pois retiraram direitos e regalias, sonegaram salários dignos, estragaram a hierarquia e carreiras, falha crónica de meios auto. Envelhecimento dos efectivos policiais, falta grave do cumprimento da legislação de aposentação, a PSP é discriminada pois vai para a aposentação 5 anos mais tarde e recebe menos 25% do que os seus homólogos da GNR e FA. O governo criou uma lei de salvaguarda de direitos, em 2017, para a GNR e FA, e esqueceua PSP. O estado português discrimina, rebaixa, desvaloriza, desconsidera e humilha todos os homens e mulheres que servem a segurança interna na PSP.
quarta-feira, 22 de julho de 2026
E na PSP vão colocar civis no backofice
Já foi tentado antes, não funcionou.
Os policias também envelhecem, adoecem, têm stress pós traumático, depressão, burnout, engravidam, têm bebé em amamentação, família que adoece. Há ainda o grau elevado de dificuldade dos serviços administrativos, sigiloso, questões de segurança, de confiança.
A maioria dos polícias teve um curso de 6 ou 9 meses, deram um crachá e arma e vai para a rua fazer cumprir as leis, só para comparação H
há 36 anos para ser 1º Marinheiro, início de carreira dos quadros permanentes (QP) na Marinha era necessário 12 meses de curso, 3 de recruta e 9 de especialidade, eletricista, mecânico, condutor, artilheiro, padeiro, cozinheiro ou administrativo.
Há 36 anos um Guarda de 2ª classe ganhava mais 56% que um 1º Marinheiro, hoje um Agente começa a carreira no nível 8 e o 1º Marinheiro começa no nível 9. Em 3 décadas a PSP perdeu mais de 50% da importância relativa.
Os PSP vão para a aposentação aos 65 anos e os GNR e forças armadas (FA) aos 60.
Os PSP têm uma fórmula de cálculo da reforma que os penalisa e têm menos valor na reforma de menos 20% em média que os seus homólogos da GNR ou FA.
Agora verifica-se, seguindo o exemplo das pessoas que entraram para a Marinha há 42 anos, que os Sargentos da Marinha vão para a aposentação com mais 500€ em média que a média dos seus homólogos Chefes da PSP.
Será que nas Forças Armadas vão substituir por civis as funções administrativas, ou padeiros, eletricistas, cozinheiros, condutores, mecânicos?
Mas dada a incapacidade de tornar atrativa a profissão de polícia, querem manter salários baixos, fracas instalações, falta crônica de meios auto, pouca empatia e solidariedade com os agentes, carreiras pouco dignas, reforma tardia e com grandes cortes!
Nas forças armadas têm cozinheiros, padeiros, condutores, secretarias, mecânicos, eletricistas, telefonistas, comunicações, bandas de música.
Também acha que devem ser civis a fazer essas funções?
As missões e funções estratégicas do estado devem ou não ter meios próprios e autónomos, capazes de prontidão em todos os cenários, no dia a dia e nas situações de emergência, calamidade, estado de sítio e guerra?
Quem decide a estrutura do Estado, deve ou não prever a capacidade de ser capaz de manter a função às missões de segurança nos momentos mais críticos?
sexta-feira, 26 de junho de 2026
Eldorado dos foras-da-lei e parasitas do mundo
O país não soube preparar-se para o crime organizado internacional.
Eles riem-se da ingenuidade do legislador português. O país virou o eldorado das máfias internacionais, forças de segurança com infraestruturas obsoletas de há 50 anos, carreiras pouco atraentes, salários baixos, envelhecidas e desmotivadas, com falta crônica de meios, condições de trabalho, de alojamento e de alimentação insalubres e indignas. Falta estrutural de investimento nas cadeias e tribunais, processos demorados e labirínticos, penas ridiculamente brandas e excesso de garantimo para os criminosos. Falta de respeito pelo direito de segurança e tranquilidade da comunidade e das vítimas. Indesmentível e revoltante empatia rápida e fácil pelos fora-da-lei e parasitas, por parte dos responsáveis políticos, pela comunicação social, comentadores e activistas.
Falta de coragem para fazer as mudanças necessárias, imprescindíveis e inadiáveis.
Alerta Portugal - PSP discriminada
Sr. Ministro "Tem 2 minutos?" ➡️Alerta Portugal 🇵🇹 🚫Os PSP estão a chegar à aposentação com menos 25% de reform...
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A subversão do ocidente democrático tem responsáveis. As pessoas querem segurança, querem paz social, só estão a defender os filhos e netos,...
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Disse o que pensava. É isso que é a liberdade de expressão. Hoje há a ditadura do politicamente correto, tudo tem que passar pela censura d...
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Isso não são casas. São casebres , cochichos, ruínas , sem condições de habitabilidade moderna e mobilidade facilitada nem viabilidade de ...


