Um polícia vai para o seu turno, trabalhar em prol da segurança da comunidade, segurança pública, arrisca a sua vida, a sua carreira, sem rede de apoio, sem empatia dos políticos, comunicação social, comentadores e activistas. A população vira-lhe as costas se algo corre mal.
Quando há uma ocorrência de violência, de um lado está uma pessoa que é obrigada a intervir, um jovem de vinte e poucos anos, do outro há alguém que tenta eximir-se à responsabilização, um fora-da-lei, foge para local onde tem proteção e apoio, sítio hostil para o agente de autoridade. O policia está a representar o Estado, a Lei, mas tem que agir só sem conselheiros, tem que resolver no momento. Outros terão meses para ajuizar a actualização, na tranquilidade dos gabinetes, donos da justiça suprema.
A populaça junta-se de imediato para defender um fora-da-lei ou parasita, nunca se move por um polícia que só tentou cumprir a sua missão de fazer cumprir as leis do país como Juramento prestado 🎖️🇵🇹.
No fim fica só perante o problema, tem que decidir em segundos, o que vai levar a vida toda a sofrer as consequências.
☢️Perante um marginal corpulento, ameaçador num meio hostil, não cooperante, não se deixa identificar, não se deixa deter, agrelide os agentes ou tenta agredir.
🆘O que se espera que um polícia faça? Que se deixe agredir e que lhe tirem a arma? Que não cumpra a sua missão, fuja e deixe os foras-da-lei tranquilos?
Aqueles PSP que por acaso e sorte escapam ao infortúnio da decisão do momento crítico, ao fim de uma vida dedicada à segurança da comunidade e seus bens, à proteção das instituições democráticas e aos titulares eleitos, os PSP chegam à aposentação com 40 anos de descontos, levam menos 20% que os seus homólogos da GNR e das Forças Armadas.