É mais que óbvio para qualquer indivíduo com dois dedos de teste que a nacionalidade de qualquer país só deva ser concedida por elevados préstimos à nação ou após 10 anos de trabalho honesto e respeitado pelas leis e regras. Mesmo assim devem ter mais 10 anos de carência em que a nacionalidade pode ser retirada àqueles que fizerem crime grave ou.seja reincidente.
O Velho da minha aldeia dizia, dizia
Pensamentos do Velho
sábado, 1 de agosto de 2026
quinta-feira, 30 de julho de 2026
Depois de esgotar a paciência de Jó
Quem no seu juízo perfeito vai investir em Portugal?
O país da burocracia infinita.
Não é preciso vir um cientista estrangeiro dizer o que qualquer português com a 4ª classe vê há muitos anos.
Os processos administrativos, os licenciamentos, têm que ser simples, fáceis e rápidos. Só assim haverá transferência e só assim se acabar com a necessidade de "conhecer alguém" e dos envelopes.
Até o povo irmão brasileiro fala do choque que sentem com a enorme burocracia em Portugal. As funcionárias que estão na linha da frente no atendimento não têm qualquer autonomia, "a Drª é que decide e agora está numa reunião, ou de férias". Tentem mandar um email para a câmara, respondem?, quanto tempo demora? Esclarecem ou resolvem? Claro que não.
Portugal especializou-se em festas, festivais, exposições, ralis, campeonatos, congressos, concertos, eventos, cimeiras, jornadas, museus, estátuas, almoçaradas, jantaradas, viagens, futebol...
As aldeias do interior profundo do país foram abandonadas e esquecidas, há 30 anos que não há qualquer investimento de infraestrutura ou arruamentos modernos, acessibilidade, mobilidade facilitada, largo e faixa de 100 metros para proteger a população dos incêndios, 25% das casas ainda não têm saneamento básico, PDM confinam as populações nas casas de há 100 anos, tuas estreitas, sinuosas, apertadas, íngremes, CCDR-centro e Câmara Municipal de Carregal diminuíram em 53% o perímetro urbano de Beijós, uma aldeia em Viseu.
É a cultura da barraca com Porsche à frente.
Quem é que no seu juízo perfeito vai investir numa aldeia do interior? Como querem os políticos que as nossas Gentes que emigraram há 30 ou 40 anos voltem e invistam nas suas Raízes?
É a política da desertificação do país.
Qualquer iniciativa de investimento esbarra na câmara municipal, com entraves, dificuldades, burocracia, demoras, chatices, pareceres técnicos, alcavalas, necessidade de envelopes, necessário conhecer lá alguém, compadrio, amiguismo.
Há quantos anos não há novas urbanizações ou loteamentos nas aldeias em desertificação acelerada. Qualquer pessoa que pense em construir uma casa, desiste após ser esgotada a paciência de Jó.
Os direitos dos cães vs. direitos das crianças e idosos
Num país em que circulam na via pública, nos parques, jardins, praias, cães de raças perigosas, sem trela, sem acaimo.
Se alguém demonstrar receio os donos dos animais é que ainda ficam indignados, dizem "os cães são melhores que as pessoas", "o meu cão nunca mordeu", "o meu cão não faz lixo"... um país que normalizou a pessoaliação dos cães, são chamados por nomes de gente, têm mais direitos que crianças ou idosos.
Quando o meu filho tinha 6 anos, na nossa praceta em Carcavelos foi atirado ao chão por um cão de grande porte, ficou com escoriações na cara, braços e pernas. A dona do animal disse que a culpa foi da criança, que tinha provocado a perseguição do cão por ter fugido.
No ano passado um jardim público em Oeiras, quando eu estava distraído a tirar fotos a flores, um cão ia-me mordendo na canela, escapei por pouco por ter saltado para cima de um muro.
Ao interpelar a dona do cão, ela retorquiu que ia passear ali o animal todos os dias, e que como o cão nunca me tinha visto era "normal que tenha ladeado", mas que não fazia mal só queria brincar.
No meu bairro há 3 grandes relvados, ninguém pode por um pé na relva, estão cheios de dejetos de cão.
As crianças, idosos e famílias não podem usufruir de nenhum relvado, pois são os 3, casas de banho dos cães. Se uma pessoa comentar, todos os proprietários de cães insurgem-se indignados, dizem que o seu cão é muito asseado, que é melhor que as pessoas, que eles os donos gostam mais dos animais do que das pessoas...
Qual é a estrada mais perigosa de Portugal?
Quem fez o estudo?
Já passou alguma vez no IP3?
Não é bonito branquear os problemas graves da estrada que liga as duas maiores cidades do interior, Coimbra a Viseu.
Para qualquer condutor atento o IP3 é a estrada mais perigosa de Portugal.
Aos Sr.s do estudo ou da ANSR convidamos a fazerem o IP3 à noite e a chover, se tiverem a sorte de ter um camião TIR atrás e outro à frente então ficam a saber "o que é bom para a tosse", comparar isso com a A5 ou IC19 é gozar com os portugueses.
É absolutamente incompreensível que o estado português ainda não tenha percebido que é urgente, imprescindível e inadiável a construção de uma autoestrada nova de raíz a sul do Mondego de Viseu a Coimbra.
Fazer uma autoestrada nova de raiz de Coimbra a Viseu, a sul do Mondego é mais barato, mais rápido e com menos incomodo para o trânsito local, regional, nacional e internacional.
Os lobby's do IP3 contra a autoestrada nova a sul do Mondego de Viseu a Coimbra.
O IP3 nunca terá perfil total de autoestrada.
Seria demasiado caro, serpenteia o Mondego, várias pontes, viadutos, ravinas, atravessa povoações, próximo de casas e empresas vários troços mal desenhados, íngremes e curvas perigosas. Serve trânsito local a muitos moradores.
A boa manutenção e alguns melhoramentos são necessários, ao IP3.
Mas é necessário, imprescindível e inadiável a construção de uma autoestrada nova de raiz a sul do Mondego, 80 km fica muito mais barato e serve vários municípios (com sete nós de acesso).
É claro que há muitos interesses instalados, financeiros, comerciais, industriais e políticos que vão criar muitos obstáculos.
Mas a ligação em autoestrada segura e moderna entre as duas maiores capitais de distrito do interior esquecido de Portugal é imprescindível e inevitável.
Os lobby's instalados não podem travar o progresso do país.
Um estado fraco não defende os interesses do país nem protege a população dos grupos de interesse locais.
Já É Tempo 🇵🇹
quarta-feira, 22 de julho de 2026
E na PSP vão colocar civis no backofice
Já foi tentado antes, não funcionou.
Os policias também envelhecem, adoecem, têm stress pós traumático, depressão, burnout, engravidam, têm bebé em amamentação, família que adoece. Há ainda o grau elevado de dificuldade dos serviços administrativos, sigiloso, questões de segurança, de confiança.
A maioria dos polícias teve um curso de 6 ou 9 meses, deram um crachá e arma e vai para a rua fazer cumprir as leis, só para comparação H
há 36 anos para ser 1º Marinheiro, início de carreira dos quadros permanentes (QP) na Marinha era necessário 12 meses de curso, 3 de recruta e 9 de especialidade, eletricista, mecânico, condutor, artilheiro, padeiro, cozinheiro ou administrativo.
Há 36 anos um Guarda de 2ª classe ganhava mais 56% que um 1º Marinheiro, hoje um Agente começa a carreira no nível 8 e o 1º Marinheiro começa no nível 9. Em 3 décadas a PSP perdeu mais de 50% da importância relativa.
Os PSP vão para a aposentação aos 65 anos e os GNR e forças armadas (FA) aos 60.
Os PSP têm uma fórmula de cálculo da reforma que os penalisa e têm menos valor na reforma de menos 20% em média que os seus homólogos da GNR ou FA.
Agora verifica-se, seguindo o exemplo das pessoas que entraram para a Marinha há 42 anos, que os Sargentos da Marinha vão para a aposentação com mais 500€ em média que a média dos seus homólogos Chefes da PSP.
Será que nas Forças Armadas vão substituir por civis as funções administrativas, ou padeiros, eletricistas, cozinheiros, condutores, mecânicos?
Mas dada a incapacidade de tornar atrativa a profissão de polícia, querem manter salários baixos, fracas instalações, falta crônica de meios auto, pouca empatia e solidariedade com os agentes, carreiras pouco dignas, reforma tardia e com grandes cortes!
Nas forças armadas têm cozinheiros, padeiros, condutores, secretarias, mecânicos, eletricistas, telefonistas, comunicações, bandas de música.
Também acha que devem ser civis a fazer essas funções?
As missões e funções estratégicas do estado devem ou não ter meios próprios e autónomos, capazes de prontidão em todos os cenários, no dia a dia e nas situações de emergência, calamidade, estado de sítio e guerra?
Quem decide a estrutura do Estado, deve ou não prever a capacidade de ser capaz de manter a função às missões de segurança nos momentos mais críticos?
terça-feira, 21 de julho de 2026
Como os bandoleiros foras-da-lei destruíram impunes o comércio e turismo de Mosaraz
Os foras-da-lei da lei estão a destruir o interior do país, comerciantes sentem-se à mercê dos gatunos e dos parasitas itenerantes. Este tipo de bandoleiros usam da intimidação de grupo, ameaças e represálias sobre todos, sentem-se impunes e protegidos pelo sistema têm a empatia das activistas, comentadores, comunicação social e políticos.
Há cerca de 15 anos visitámos Monsaraz, vibrava com gente, clientes, turistas, estacionamentos cheios, comércio próspero, lojas, cafés, esplanadas, restaurantes.
Há 3 anos voltámos em passeio, era outra vila, 3 idosos sentados na escadaria da igreja, não responderam aos cumprimentos, quase tudo fechado, estacionamentos desertos, ninguém nas ruas.
Fomos lanchar à esplanada junto ao castelo, a medo a Srª esclareceu as questões colocadas por mim sobre a desertificação.
Disse, havia muito turismo, em especial de Espanha, dada a proximidade, vinham passear, fazer compras, almoçar ou jantar.
Mas, o ambiente começou a azedar, porque havia grupos de foras-da-lei itenerantes, espanhóis e portugueses, que vinham com várias carrinhas, tentavam vender de tudo aos turistas, importunavam e insistiam, faziam concorrência desleal à porta das lojas, intimidação e ameaças, guerreavam entre si a dividir território, furtavam, roubavam, danificavam os carros de quem não lhes desse dinheiro ou não comprasse nada. Foi assim que uma vila rica em turismo se transformou num local em que ninguém no seu juízo perfeito quer investir.
Disse ainda que as polícias passavam e patrulhavam ocasionalmente. Quando eram chamados demoravam mais de 1 hora, dada a distância. Quando apanharam um criminoso, todos os outros se juntavam a clamar por racismo ou xenofobia, ameaças e intimidação aos agentes. No dia seguinte ou poucas horas depois já o detido estava no local a rir e a gozar.
Parece que o legislador não está informado disto.
Ou pior não quer saber!
Quando os inquilinos deixam de pagar passam a oKupas
Há que criar confiança no mercado de arrendamento.
Ninguém no seu juízo perfeito põe uma casa, que lhe custou a poupar e a pagar, para arrendar correndo o sério risco de receber renda 3 ou 4 meses e depois andar 2 ou 3 anos para correr com o oKupa que recusa sair e teima em usufruir do que não é seu sem pagar. E esses bandalhos foras-da-lei oportunistas, ainda se dão ao luxo de partir tudo, furtar e incomodar todos os vizinhos, sabem que não serão responsabilizados e ainda gozam porque sentem a empatia das activistas, dos comentadores, da comunicação social e políticos.
IP3 e a nova autoestrada que tarda
⚠️Alerta ao Governo Português ☢️
Mais uma vez o IP3 totalmente cortado devido a acidente. É a enésima vez nos últimos 20 anos.
Cabe ao estado português decidir sobre os interesses nacionais e não estar dependente dos autarcas locais nanietados por interesses locais instalados.
Ainda querem transformar a IP3 em autoestrada?
Fazer uma autoestrada nova de raiz de Coimbra a Viseu, a sul do Mondego é mais barato, mais rápido e com menos incomodo para o trânsito local, regional, nacional e internacional.
Os lobby's do IP3 contra a autoestrada nova a sul do Mondego de Viseu a Coimbra.
O IP3 nunca terá perfil total de autoestrada.
Seria demasiado caro, serpenteia o Mondego, várias pontes, viadutos, ravinas, atravessa povoações, próximo de casas e empresas vários troços mal desenhados, íngremes e curvas perigosas. Serve trânsito local a muitos moradores.
A boa manutenção e alguns melhoramentos são necessários, ao IP3.
Mas é necessário, imprescindível e inadiável a construção de uma autoestrada nova de raiz a sul do Mondego, 80 km fica muito mais barato e serve vários municípios (com sete nós de acesso).
É claro que há muitos interesses instalados, financeiros, comerciais, industriais e políticos que vão criar muitos obstáculos.
Mas a ligação em autoestrada segura e moderna entre as duas maiores capitais de distrito do interior esquecido de Portugal é imprescindível e inevitável.
Os lobby's instalados não podem travar o progresso do país.
Um estado fraco não defende os interesses do país nem protege a população dos grupos de interesse locais.
A autoestrada nova de raíz a sul do Mondego é uma via estruturante de interesse nacional. Liga as duas maiores cidades do interior, facilita o acesso às grandes rotas internacionais via Espanha.
As empresas que referiu só tinham a ganhar. O tráfego local só tinha a ganhar.
O tráfego de longo curso iria para a autoestrada e o IP3 ficava menos sobrecarregado, mais livre de trânsito pesado internacional, menos acidentes e menos cortes
Eu moro na zona de Lisboa - Cascais há 42 anos, fiz uma casa há 15 anos em Beijós, Carregal do Sal, para ir lá é um sufoco passar no IP3. Muitas vezes perdemos horas parados. Tenho amigos e familiares que não investiram no distrito de Viseu por causa da péssima acessibilidade. Beijós e a maioria das aldeias do distrito estão em desertificação, não têm capacidade de atrair investimento, mas muitos políticos e muita gente teima em olhar só para o seu umbigo e manter o que não está a funcionar.
Ganhavam todos, com a nova autoestrada nova de raíz a sul do Mondego a ligar Viseu a Coimbra
Porque é difícil modernizar Portugal?
O que se passa é que o país está a ser ultrapassado pelos países da ex-URSS, que entraram para a união europeia 15 anos depois.
As praias do Alentejo, são reserva ecológica, são melhores que o Algarve, mas não podem criar riqueza para o país, podiam ter mais turismo que a Cote D'Azur.
Quem quiser ir à neve com a família tem que ir a Espanha, França, Andorra ou Suíça, pois não pode haver qualquer investimento na Serra da Estrela por causa da ecologia, nem melhores acessos, nem estacionamentos. Não se pode fazer uma autoestrada nova de raíz a sul do Mondego a ligar Coimbra e Viseu, pois os interesses obscuros instalados não permitem aos políticos decisão melhor para o país e tráfego internacional.
O novo aeroporto de Lisboa está em banho maria há mais de 30 anos, porque não há quem tenha decisão firme.
Há 25 anos activistas amarravam-se às árvores existentes para impedir a construção da Av Infante Dom Henrique, via muito importante e com mais árvores do que o que existia. O mesmo aconteceu para impedir a construção dos Jardins da Parede, considerado actualmente um dos melhores bairros para viver.
Muitos outros exemplos no país.
segunda-feira, 20 de julho de 2026
Interesses obscuros que entravam qualquer iniciativa de investimento
Não se consegue construir nada moderno em Portugal.
Burocracia infinita, processos demorados e labirínticos, activismo a soldo de interesses obscuros, obstáculos à evolução e modernidade por parte de grupos de saudosistas e movimentos de ecologia que impedem o usufruto das praias alentejanas (melhores que a Cote D'Azur), impedem o usufruto da Serra da Estrela, entraves à melhoria dos acessos e à criação de mobilidade facilitada, impedem investimentos para criação de infraestruturas para atrair turistas, quem quer ir à praia ou à neve vai aí estrangeiro. Agora isto, impedem a rentabilização de um espaço privado, devoluto e que atrai vândalos e prostitutas.
Por isso Portugal está a ser ultrapassado pelos países que entraram 15 anos depois para a união europeia. Por aqui tudo defende as capelinhas e interesses de meia dúzia.
domingo, 19 de julho de 2026
Não há água para ninguém, não há nada para ninguém..
E os políticos assobiam para o lado e lavam as mãos das responsabilidades.
É a desresponsabilização completa, acham normal que o povo seja privado de água canalizada.
Andaram a abrir os braços a todos, todos, todos. Agora "não há água para ninguém, não há segurança para ninguém, não há saúde para ninguém, não há civismo para ninguém, não há regras para ninguém, não há nada para ninguém..."
As activistas defensoras da burca e a máscara cirúrgica
Toda a gente pode usar a máscara cirúrgica, mas também toda a gente tem que a tirar, nem que seja por 30 segundos, para as câmaras de segurança, seguranças, polícias, identificação no aeroporto, nos estabelecimentos comerciais, nos centros de saúde e nos controlos de fiscalização na via pública.
Fim à aberração monstruosa contra a mulher e contra a dignidade humana.
Quem pactuar com esta humilhação cruel é conivente com quem induz, compele ou obriga, seja qual for o motivo, político, religião, familiar, tradição, cultura....
É pior que a escravatura.
sábado, 18 de julho de 2026
Quem no seu juízo perfeito vai investir numa aldeia do interior?
Quem no seu juízo perfeito vai investir em Portugal?
O país da burocracia infinita.
Os processos administrativos, os licenciamentos, têm que ser simples, fáceis e rápidos. Só assim haverá transferência e só assim se acabar com a necessidade de "conhecer alguém" e dos envelopes.
Até o povo irmão brasileiro fala do choque que sentem com a enorme burocracia em Portugal. As funcionárias que estão na linha da frente no atendimento não têm qualquer autonomia, "a Drª é que decide e agora está numa reunião, ou de férias". Tentem mandar um email para a câmara, respondem?, quanto tempo demora? Esclarecem ou resolvem? Claro que não.
Portugal especializou-se em festas, festivais, exposições, ralis, campeonatos, congressos, concertos, eventos, cimeiras, jornadas, museus, estátuas, almoçaradas, jantaradas, viagens, futebol...
As aldeias do interior profundo do país foram abandonadas e esquecidas, há 30 anos que não há qualquer investimento de infraestrutura ou arruamentos modernos, acessibilidade, mobilidade facilitada, largo e faixa de 100 metros para proteger a população dos incêndios, 25% das casas ainda não têm saneamento básico, PDM confinam as populações nas casas de há 100 anos, tuas estreitas, sinuosas, apertadas, íngremes, CCDR-centro e Câmara Municipal de Carregal diminuíram em 53% o perímetro urbano de Beijós, uma aldeia em Viseu.
É a cultura da barraca com Porsche à frente.
Quem é que no seu juízo perfeito vai investir numa aldeia do interior? Como querem os políticos que as nossas Gentes que emigraram há 30 ou 40 anos voltem e invistam nas suas Raízes?
É a política da desertificação do país.
sexta-feira, 17 de julho de 2026
Alguém escreveu no dia 14JUN1965
"
Hoje é um dia especial para todos aqueles que, de uma forma ou de outra, se cruzaram com a nossa aldeia, as suas gentes e as suas memórias.
O Sérgio Nunes celebra hoje 61 anos de vida e merece uma palavra de reconhecimento que vai muito além dos habituais parabéns.
Ao longo dos anos, o Sérgio tem desempenhado um papel verdadeiramente notável ao manter vivo o blogue da nossa aldeia. Através das fotografias, das histórias, dos registos e das recordações que partilha quase diariamente, oferece-nos uma viagem constante ao passado, permitindo-nos reencontrar lugares, pessoas e momentos que julgávamos esquecidos.
Cada imagem publicada é muito mais do que uma fotografia. É um pedaço da nossa história coletiva. É a recordação das ruas onde brincámos, das festas que nos uniam, das pessoas que marcaram a nossa infância e dos tempos simples e felizes que ajudaram a construir aquilo que somos hoje.
Num mundo que corre cada vez mais depressa e onde a memória se perde facilmente, o trabalho que o Sérgio realiza tem um valor incalculável. Graças à sua dedicação, persistência e carinho pela nossa terra, muitos de nós conseguem regressar, por breves instantes, à infância tranquila e feliz que tivemos o privilégio de viver.
Por isso, neste dia tão especial, quero agradecer-te não apenas pelo que fazes, mas pelo que representas para todos nós: um guardião da memória da nossa aldeia, um elo entre gerações e um amigo que nos ajuda a preservar aquilo que o tempo nunca deveria apagar.
Que os teus 61 anos sejam celebrados com a mesma alegria, generosidade e carinho que tens dedicado à nossa comunidade. Que nunca te faltem saúde, felicidade, paz e motivos para continuar este trabalho extraordinário que tanto nos enriquece.
Muitos parabéns, Sérgio!
Um grande abraço e votos de um dia muito feliz."
"
quinta-feira, 16 de julho de 2026
Fim à empatia pelos fora-da-lei, criminosos e parasitas
Porque é que o legislador não toma medidas drásticas para proteger o país e população?
1. As leis e penas são ridiculamente brandas.
2. Os processos são demasiadamente longos e labirínticos.
3. Excesso de garantimo dos direitos dos criminosos.
4. Forças de Segurança envelhecidas, com carreiras pouco atraentes, salários baixos, reformas tardias e com elevados cortes, instalações inadequadas e obsoletas, falta crônica de meios auto.Há a necessidade de juntar a PSP e GNR.
5. Mudança de paradigma no pensamento de políticos, comunicação social, comentadores e activistas. A empatia deve ser com as vítimas e não com os criminosos, bandidos, carteiristas, malfeitores, foras-da-lei e parasitas.
6. Bandidos, criminosos estrangeiros devem ser rapidamente expulsos do país e proibição permanente de volta a entrar.
7. Quem tenha adquirido a nacionalidade, durante 10 anos tem período de carência, se praticar crime violento, pertença a grupo organizado ou viva da criminalidade deve perder a nacionalidade e ser expulso permanente.
Falta água nas torneiras das pessoas em Almada
Os políticos assobiam para o, não devia ser possível a Presidenta desresponsabilizar-se e lavar as mãos por falha grave em fornecer água às populações, empresas e comércio. Quando um político eleito, após vários anos de governação não conseguiu adaptar as infraestruturas às necessidades mais básicas e elementares do povo, tem de ser responsabilizado.
Ou só estão no poder para fazer festas, festivais, exposições, viagens, almoços VIP, congressos, cimeiras, jornadas, museus, futebol, almoçaradas e concertos?
Ninguém tem o direito de branquear ou desculpabilizar esta situação grave.
O humanismo bacoco e naif
O humanismo bacoco e naif de querer receber todos, todos, todos de braços abertos.
Assim também entram os extremistas, os malfeitores, os bandidos, as máfias internacionais e os parasitas.
quarta-feira, 15 de julho de 2026
O Volta e a higiene urbana e a ecologia
Rebaldaria instalada com a desculpa da ecologia.
Quanto custa o fabrico, instalação e manutenção das máquinas?
Quanto custa às lojas terem espaço para as máquinas?
Quanto custa a recolha do plástico, das máquinas?
Quanto custa a energia elétrica do funcionamento das máquinas?
Qual o custo para as populações do lixo revirado nas ruas das cidades?
É isto uma medida ecológica?
Volta e meia há ideias peregrinas para sacar dinheiro ao povo e o retorno é um custo incerto.
O globalismo anarKa, a burca e a mutilação feminina diz são direitos
Num país que muitos activistas anarKas acham que é um direito a mulher viver sem cara reconhecível, com um saco na cabeça.
Agora só falta as mesmas activistas, a soldo, fazerem movimento para defender que a mutilação feminina é um direito da mulher, só porque é a sua tradição.
É o resultado do movimento das activistas do globalismo utópico anarKa.
Dizem que é a tradição dessa gente, tal como o uso de um saco de pano na cabeça por certas mulheres, dizem que é um direito.
Onde param os direitos humanos (verdadeiros)?
segunda-feira, 13 de julho de 2026
A liberdade de expressão e a ditadura do politicamente correto do globalismo utópico anarKa
Disse o que pensava. É isso que é a liberdade de expressão.
Hoje há a ditadura do politicamente correto, tudo tem que passar pela censura do activismo do globalismo utópico anarKa.
Qualquer coisa que se diga pode ser catalogado ou classificado de racismo ou xenofobia.
Imaginem 11 chineses a jogar pela seleção de Angola. Imaginem 11 negros a jogar pela seleção do Irão ou da Arábia Saudita.
Não se pode dizer absolutamente nada, a não ser que seja comediante, a esses tudo é permitido, só o humor não tem limites.
É o modernismo bacoco de achar que já não há fronteiras, nem bandeiras, nem hinos, todos são terráqueos.
Mas, como alguém dizia: "Posso não concordar com o que você diz, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo".
Claro que quem disser uma coisa dessas agora, fará levantar todas as marchas activistas do ocidente. Mas já se esqueceram do "je sui Charlie".
Tem razão.
Os jogadores da seleção francesa são franceses, de origem ou nacionalidade adquirida, têm todo o direito a jogar pela França.
A questão é a liberdade de expressão, e o Sr. tem direito à sua opinião, eu também e o Sr. Rajoy também.
Todos têm o direito de manifestar a sua opinião, sem ofender, injuriar ou ameaçar alguém.
Ninguém tem o direito de catalogar, classificar ou mandar calar quem tenha usado da sua liberdade de expressão.
É o que é certo, é o que é justo.
Senão é censura, seja qual for o motivo.
Nacionalidade adquirida por estrangeiros
É mais que óbvio para qualquer indivíduo com dois dedos de teste que a nacionalidade de qualquer país só deva ser concedida por elevados pr...
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Quem procura mula e fica desgostoso com o coice!
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Os importadores de problemas chamam "xnogobos" a quem não quer os "problemas" à sua porta.
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O legislador tem que fazer alguma coisa para mostrar aos grupos internacionais de bandidos que o crime não compensa. As penas de prisão têm...


