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segunda-feira, 1 de junho de 2026

A impunidade e perpetuar da marginalidade de certos grupos

A impunidade de certos grupos, eles sabem que ao agir em matilha, intimidam, acham-se com coragem, têm mais força, ganham "fama" de mauzões, as pessoas passam a ter medo deles, adquirem um estatuto de intocáveis. Quando são apanhados há um ou dois que arcam com as culpas, mas agiram todos. Aos outros nada lhes acontece. 

As forças de segurança não têm meios nem instalações para deter todos os agressores e os que fizeram número, os que colaboraram no crime, os que impediram a captura, os que ajudaram na fuga, na coação, na intimidação, na dissimulação.

As leis e os tribunais permitem que este tipo de foras-da-lei e malfeitores vivam nesta impunidade. Eles riem.e gozam porque sabem que nada lhes acontece, fazem os crimes e de seguida teatralizam a vitimização.

A sua empatia e solidariedade é sempre com os seus, os que estão sujeitos à justiça passam a ser mártires e heróis.

O sistema está de mãos atadas, o legislador, os eleitos, fecham os olhos, pactuam com a preservação deste modo de vida ancestral. O poder político não age para não perder votos, para não ficar catalogado.

Esta dificuldade em enfrentar o real problema que enferma a sociedade, que aflige populações, comerciantes, turistas, funcionários da instituições passa-se em muitos países que em nome dos direitos humanos, dos direitos das "minorias", esquecendo os direitos das vítimas e enfraquecem a paz social. É a aceitação da vida na marginalidade como uma certa normalidade e eles os malfeitores sentem-se protegidos e nunca perdem quaisquer direitos.

Ai de quem tentar mudar o paradigma.

sábado, 23 de maio de 2026

Empatia, humanismo e compaixão

 Fim às penas ridiculamente brandas.

A empatia, humanidade e compaixão devem ser dirigidas para as vítimas.

Aos fora-da-lei, criminosos, malfeitores, rufias e bandidos deve recair a responsabilização dos seus actos, justiça, cadeia, cadeia, cadeia.

quinta-feira, 26 de março de 2026

Grupos de foras-da-lei

 Impunidade gera sentimento de impunidade.

Porque é que foras-da-lei cometem crime atrás de crime, usam de intimidação em grupo para amedrontar as pessoas, usam e abusam de desrespeito com os funcionários das instituições do estado e autarquias, injuriam e fazem ameaças veladas a bombeiros, polícias e professores. Raramente são sujeitos à lei, não perdem nunca direitos apesar do desrespeito completo pelas regras e leis? Porquê?

Alguém sabe porquê?


***

Os bandidos sentem impunidade e ainda gozam.

Há grupos de foras-da-lei, criminosos e parasitas que vivem às custas da segurança social, das autarquias, dedicam à marginalidade, cometem crimes, intimidam professores, médicos, enfermeiros, funcionários públicos, jornalistas, comerciantes, bombeiros, polícias e tribunais.

Sabem que nunca perdem direitos apesar de não cumprirem qualquer dever e praticarem terror nas populações que se encontram à mercê.

Dificilmente são apanhados pelos ilícitos que cometem, quando são apanhados ficam em liberdade e fazem vídeos a gozar e a rirem.

O que é que se passa com o legislador e com a justiça?

O país que não anda para a frente - Tuguistão

 A propósito de Portugal ter sido ultrapassado pela Romênia em PIB per capita. Digo eu  O país especializou-se em festas, festivais, museus,...