quarta-feira, 22 de julho de 2026

E na PSP vão colocar civis no backofice

 Já foi tentado antes, não funcionou.

Os policias também envelhecem, adoecem, têm stress pós traumático, depressão, burnout, engravidam, têm bebé em amamentação, família que adoece. Há ainda o grau elevado de dificuldade dos serviços administrativos, sigiloso, questões de segurança, de confiança.

A maioria dos polícias teve um curso de 6 ou 9 meses, deram um crachá e arma e vai para a rua fazer cumprir as leis, só para comparação H

há 36 anos para ser 1º Marinheiro, início de carreira dos quadros permanentes (QP) na Marinha era necessário 12 meses de curso, 3 de recruta e 9 de especialidade, eletricista, mecânico, condutor, artilheiro, padeiro, cozinheiro ou administrativo.

Há 36 anos um Guarda de 2ª classe ganhava mais 56% que um 1º Marinheiro, hoje um Agente começa a carreira no nível 8 e o 1º Marinheiro começa no nível 9. Em 3 décadas a PSP perdeu mais de 50% da importância relativa.

Os PSP vão para a aposentação aos 65 anos e os GNR e forças armadas (FA) aos 60.

Os PSP têm uma fórmula de cálculo da reforma que os penalisa e têm menos valor na reforma de menos 20% em média que os seus homólogos da GNR ou FA.

Agora verifica-se, seguindo o exemplo das pessoas que entraram para a Marinha há 42 anos, que os Sargentos da Marinha vão para a aposentação com mais 500€ em média que a média dos seus homólogos Chefes da PSP.

Será que nas Forças Armadas vão substituir por civis as funções administrativas, ou padeiros, eletricistas, cozinheiros, condutores, mecânicos?

Mas dada a incapacidade de tornar atrativa a profissão de polícia, querem manter salários baixos, fracas instalações, falta crônica de meios auto, pouca empatia e solidariedade com os agentes, carreiras pouco dignas, reforma tardia e com grandes cortes!

Nas forças armadas têm cozinheiros, padeiros, condutores, secretarias, mecânicos, eletricistas, telefonistas, comunicações, bandas de música.

Também acha que devem ser civis a fazer essas funções?

As missões e funções estratégicas do estado devem ou não ter meios próprios e autónomos, capazes de prontidão em todos os cenários, no dia a dia e nas situações de emergência, calamidade, estado de sítio e guerra?

Quem decide a estrutura do Estado, deve ou não prever a capacidade de ser capaz de manter a função às missões de segurança nos momentos mais críticos?




Sem comentários:

Enviar um comentário

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.

Agora a mobilidade e acessibilidade

Qualquer obra pública deve servir, em primeiro lugar, ao fim a que se destina. 1. Passeios a pensar nos peões, crianças, idosos, deficientes...