Quando não há garantia de que o património do proprietário está salvaguardo, não há confiança.
Quem deixa de pagar não pode continuar a usufruir do património de outrem.
Caso seja comprovado a necessidade de alguém, não pode o particular suportar o auxílio, tem que ser o estado ou autarquia a providenciar ou a suportar a renda.
Obviamente que só assim haverá verdadeira confiança no mercado de arrendamento em Portugal.
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