terça-feira, 21 de julho de 2026

IP3 e a nova autoestrada que tarda

⚠️Alerta ao Governo Português ☢️

Mais uma vez o IP3 totalmente cortado devido a acidente. É a enésima vez nos últimos 20 anos.

Cabe ao estado português decidir sobre os interesses nacionais e não estar dependente dos autarcas locais nanietados por interesses locais instalados.

Ainda querem transformar a IP3 em autoestrada?

Fazer uma autoestrada nova de raiz de Coimbra a Viseu, a sul do Mondego é mais barato, mais rápido e com menos incomodo para o trânsito local, regional, nacional e internacional.

Os lobby's do IP3 contra a autoestrada nova a sul do Mondego de Viseu a Coimbra.

O IP3 nunca terá perfil total de autoestrada.

Seria demasiado caro, serpenteia o Mondego, várias pontes, viadutos, ravinas, atravessa povoações, próximo de casas e empresas vários troços mal desenhados, íngremes e curvas perigosas. Serve trânsito local a muitos moradores.

A boa manutenção e alguns melhoramentos são necessários, ao IP3.

Mas é necessário, imprescindível e inadiável a construção de uma autoestrada nova de raiz a sul do Mondego, 80 km fica muito mais barato e serve vários municípios (com sete nós de acesso).

É claro que há muitos interesses instalados, financeiros, comerciais, industriais e políticos que vão criar muitos obstáculos.

Mas a ligação em autoestrada segura e moderna entre as duas maiores capitais de distrito do interior esquecido de Portugal é imprescindível e inevitável.

Os lobby's instalados não podem travar o progresso do país.

Um estado fraco não defende os interesses do país nem protege a população dos grupos de interesse locais.

A autoestrada nova de raíz a sul do Mondego é uma via estruturante de interesse nacional. Liga as duas maiores cidades do interior, facilita o acesso às grandes rotas internacionais via Espanha.

As empresas que referiu só tinham a ganhar. O tráfego local só tinha a ganhar.

O tráfego de longo curso iria para a autoestrada e o IP3 ficava menos sobrecarregado, mais livre de trânsito pesado internacional, menos acidentes e menos cortes 

Eu moro na zona de Lisboa - Cascais há 42 anos, fiz uma casa há 15 anos em Beijós, Carregal do Sal, para ir lá é um sufoco passar no IP3. Muitas vezes perdemos horas parados. Tenho amigos e familiares que não investiram no distrito de Viseu por causa da péssima acessibilidade. Beijós e a maioria das aldeias do distrito estão em desertificação, não têm capacidade de atrair investimento, mas muitos políticos e muita gente teima em olhar só para o seu umbigo e manter o que não está a funcionar.

Ganhavam todos, com a nova autoestrada nova de raíz a sul do Mondego a ligar Viseu a Coimbra.

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