segunda-feira, 1 de junho de 2026

A impunidade e perpetuar da marginalidade de certos grupos

A impunidade de certos grupos, eles sabem que ao agir em matilha, intimidam, acham-se com coragem, têm mais força, ganham "fama" de mauzões, as pessoas passam a ter medo deles, adquirem um estatuto de intocáveis. Quando são apanhados há um ou dois que arcam com as culpas, mas agiram todos. Aos outros nada lhes acontece. 

As forças de segurança não têm meios nem instalações para deter todos os agressores e os que fizeram número, os que colaboraram no crime, os que impediram a captura, os que ajudaram na fuga, na coação, na intimidação, na dissimulação.

As leis e os tribunais permitem que este tipo de foras-da-lei e malfeitores vivam nesta impunidade. Eles riem.e gozam porque sabem que nada lhes acontece, fazem os crimes e de seguida teatralizam a vitimização.

A sua empatia e solidariedade é sempre com os seus, os que estão sujeitos à justiça passam a ser mártires e heróis.

O sistema está de mãos atadas, o legislador, os eleitos, fecham os olhos, pactuam com a preservação deste modo de vida ancestral. O poder político não age para não perder votos, para não ficar catalogado.

Esta dificuldade em enfrentar o real problema que enferma a sociedade, que aflige populações, comerciantes, turistas, funcionários da instituições passa-se em muitos países que em nome dos direitos humanos, dos direitos das "minorias", esquecendo os direitos das vítimas e enfraquecem a paz social. É a aceitação da vida na marginalidade como uma certa normalidade e eles os malfeitores sentem-se protegidos e nunca perdem quaisquer direitos.

Ai de quem tentar mudar o paradigma.

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