sexta-feira, 17 de abril de 2026

PSP - diagnóstico da profissão em 2026

 PSP abandonados à sua sorte, pelo Estado 

Infraestruturas inadequadas e obsoletas, falta crônica de meios, recursos humanos envelhecidos e desmotivados. Carreiras pouco atraentes e salários pouco dignos, total falta de apoio de retaguarda, elevado grau de complexidade da função , grande risco da missão diária, escrutínio permanente por todos os sectores da sociedade, reformas com menos 20 % do valor dos homólogos da GNR e FA, desmotivam novos candidatos.

PSP com total falta de empatia dos políticos comunicação social comentadores e parte da população.


***

O Sr. sabe?

 * que a PSP trabalha nas grandes cidades, onde há muito mais solicitações a todos os níveis.

* A PSP resolve 60% das solicitações de segurança interna. Os outros 40% são tratados pela GNR, Polícia Marítima, PJ, ASAE, Guarda Prisional e Policias Municipais.

* O custo de vida em Lisboa e Porto é consideravelmente maior que no interior do país.

* O crime mais violento ocorre nas grandes cidades.

* Manifestações, congressos, cimeiras, grandes jogos, grandes concertos, grandes concentrações de gente, ocorrem na sua maioria na área da PSP.

* Segurança a altas entidades, às instalações da presidência da república, assembleia da república, governo e cede das instituições, são maioritariamente da responsabilidade da PSP.

* Visitas estrangeiras de reis, chefes de estado e de governo, são na sua maioria na área da PSP.

* Os PSP trabalham, em média, mais 4 ou 5 anos até à aposentação, que os GNR e FA.


Apesar disso, o Sr. ainda tenta calar a injustiça do tratamento desigual e de discriminação dos PSP. É lamentável a s

ua postura.

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