Num país que muitos activistas anarKas acham que é um direito a mulher viver sem cara reconhecível, com um saco na cabeça.
Agora só falta as mesmas activistas, a soldo, fazerem movimento para defender que a mutilação feminina é um direito da mulher, só porque é a sua tradição.
É o resultado do movimento das activistas do globalismo utópico anarKa.
Dizem que é a tradição dessa gente, tal como o uso de um saco de pano na cabeça por certas mulheres, dizem que é um direito.
Onde param os direitos humanos (verdadeiros)?
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