Burocracia infinita do Estado e Autarquias, favorecem a corrupção, clientelismo, compadrio, amiguismo e nepotismo.
A corrupção profundamente enraizada impedem investimentos, cortam a iniciativa, entorpecem os empreendedores.
Ninguém se admira com a estagnação das últimas 3 décadas.
O país especializou-se em festas, festivais, museus, exposições, jornadas cimeiras, congressos, concertos e obras de fachada.
Há aldeias do interior profundo do país, que continuam com quase metade as habitações sem saneamento básico, com as ribeiras completamente poluídas, que não tiveram qualquer investimento sério nos últimos 30 anos. Em 3 décadas em Beijós, uma aldeia em Carregal do Sal, não foi feito um novo caminho, zero de criação de estacionamento, zero de melhor acessibilidade, zero de mobilidade facilitada,
Até o cemitério está cheio e não há solução à vista, já falam em expropriar campas que os falecidos não tenham deixado descendentes conhecidos, até de alguns padres de há 100 anos.
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