Desde 2017 o que foi feito para verdadeiramente proteger a população das aldeias como Beijós, Pardieiros, Sangemil, Penedo, Póvoa de Lisboa e Póvoa da Pégada?
Quase 10 anos depois as nossas Gentes sentem que estão mais protegidas, mais preparadas para as calamidades?
Que medidas estruturais foram tomadas, pelo estado, pela CCDR-centro, pelas câmaras municipais?
Quanto é que foi investido, na prevenção, preparação e resistência?
Quantos novos acessos, quantos caminhos alargados, quantas áreas abertas de 2 ou 3 mil metros quadrados em cada aldeia, que sirvam de estacionamento no dia a dia e em caso de calamidade, sirva de refúgio e de base de operações para o socorro e auxílio?
Quem pode esclarecer, estás questões?
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