Nos últimos 20 anos o que mudou na qualidade de vida das nossas Gentes? As ribeiras estão mais limpas? Há mais acessibilidade e mobilidade facilitada? Há mais estacionamento? Há mais oportunidades de investimento e de emprego? Há mais investimento na prevenção contra intempéries ou grandes incêndios? Há melhor urbanização com ruas largas e lotes com condições para se construir casas modernas com condições dignas e conforto térmico?
As pessoas sentem que estão em segurança, sentem mais justiça, as vilas e aldeias sentem-se mais preparadas para as catástrofes.
Mas quem constatar o óbvio fica na lista negra dos caciques locais, que se dizem democratas e apregoam liberdades, até liberdade de expressão. Todos sabem que isso é falso, só se for para os que pertencem ao grupo de nepotismo, amiguismo, clientelismo .
As aldeias, entre outras povoações, da freguesia de Beijós viram-se em agonia cercadas de incêndios, em 2017, passaram quase 10 anos. O que foi feito numa década para as populações se sentirem mais protegidas, resistentes e resilientes? Nada ou pouco mais que nada!
Foram abertos novos caminhos ou alargado os velhos? Zero ou pouco mais que zero!
O perímetro urbano das aldeias foi alargado por forma a criar distância da floresta em relação ao centro? Pelo contrário, em 2024 o CCDR-centro e a câmara municipal reduziram para metade o perímetro urbano de Beijós, considerando área florestal, muitos terrenos que eram urbanizáveis. Estocada final para extinguir a freguesia, já em extrema desertificação! E colocaram a floresta mais próxima do centro urbano, já de si deficitário em acessibilidade e mobilidade, agravam a hipótese de refúgio e de socorro em caso de nova calamidade, verdadeiro crime.
JET - Já É Tempo 🇵🇹
O CCDR-centro e a Câmara acabaram de dar mais uma manchada na aldeia de Beijós.
Com a desculpa de proteger as aves, proíbem quase tudo.
https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/decreto-lei/37-2026-1045423488
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