Portugal o país da burocracia infinita, o Estado e principalmente as Câmaras Municipais são um caso de estudo e processos labirínticos. Mas muitas instituições e empresas seguem os mesmos passos. Ligam o complicómetro.
Quando iniciativa particular esbarra num "muro" de "autocratas" e burocratas, gabinetes redundantes, institutos e agências que só servem para empatar, demorar, protelar, verdadeiros convites ao clientelismo e corrupção.
Ninguém sabe muito bem a competência para decidir o processo ou esclarecer as voltas a dar. Qualquer processo demora, demora, demora, por vezes não há qualquer resposta em meses ou anos.
Há mais de 4 anos ofereci um terreno à Junta de Freguesia de Beijós e Câmara Municipal de Carregal do Sal, para ali abrirem um novo caminho que ligará dois caminhos existentes. Aceitaram, mas passado este tempo e dezenas de contactos pessoais e emails, continua tudo na mesma. Ninguém sabe bem o que é necessário fazer. Há 3 meses o Presidente da Câmara ligou-me e disse que estava ele, agora, a tratar do assunto. Já tinha sido aprovado em Assembleia Municipal e que só faltava agendar com a Notária.
Continuamos a aguardar.
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