quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

A justiça pela metade

 As penas são ridiculamente brandas.

Assim a justiça fica por metade.

A empatia do estado deve ser com as vítimas e seus familiares.

Um país candidato a eldorado dos mafiosos, criminosos e parasitas.

As penas devem ser cumulativas sem limite de anos, a soma de todos os crimes cometidos, senão tanto paga por meia dúzia como por uma dúzia.

Já é tempo do legislador proteger o país e população de bem.

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Os sinais que tardam no fim do esquecimento das aldeias do interior

 


eu vivi antes do 25ABR1974 e não gostei do que vi, embora reconheça que havia ordem e confiança nas regras.

Mas sou um democrata, convicto que a liberdade e democracia são negociáveis.

O pior é que já não temos confiança na palavra de grande parte dos políticos que nos têm governado. Dizem uma coisa e fazem outra, qual é o valor da sua palavra? Alguém sabe?

O interior do país está entregue ao esquecimento e abandono, está à mercê de interesses financeiros instalados, reina o nepotismo, clientelismo, compadrio, amiguismo e corrupção.

Que mudanças estruturais houve nas aldeias do interior profundo de Portugal? Pouco mais que zero.

Por exemplo em Beijós, uma aldeia no concelho de Carregal do Sal, nos últimos 20 anos que mudanças na qualidade de vida da população?

Porque é que o CCDR-centro e a Câmara Municipal se acharam no direito de diminuir o perímetro urbano da aldeia?

Nos últimos 20 anos, nos últimos 10 anos, nos últimos 5 anos, qual foi a percentagem do orçamento para investimentos em Beijós? 

Nos próximos 4 anos qual será a percentagem do orçamento para Beijós?

Podemos fazer estas questões, legítimas, sem sofrer bocas de cada vez que vamos a Carregal do Sal? Podemos questionar isto, no Ágora moderno, que são as redes sociais, o Facebook, com respeito elevação de linguagem e ter esclarecimentos? Ou as redes sociais do estado e das autarquias só servem para anúncios de propaganda, de auto elogio dos que têm responsabilidade e obrigação de apresentar contas da gestão e governo dos dinheiros públicos?

Será que a obra que vão fazendo é um favor? Se alguém disser a sua opinião, é avisado, sente aperto, sente esgares e olhares feios, ou até retaliação ou tentativa de silenciar e intimidar?

Será isto a tal liberdade e democracia?

Que diferença tem este tipo de conduta da que tanto nos tentam assustar?

Porque é que se vê tanta gente em silêncio, acomodada e conformada com o facto de quem tem obrigação de fazer votar ao esquecimento as ribeiras de Beijós, a sua poluição grave recorrente ano após ano?

Porque é que após noticiar num post do Facebook fotos da ribeira de Travassos em Beijós com aparente aspecto de descarga poluente, há que se acha no direito de tentar abafar dizendo que é melhor não dar notícia, senão então é que não resolvem?

Porque é que passadas tantas décadas de espera e esperança, se constata que 1/4 das casas de Beijós continuam sem saneamento básico!

Quando numa reunião, há alguns anos, da OCDE, em Paris, em que eu participei em representação de um ministério português, ouvi da boca de um político, dizer que em Portugal todas as habitações já tinham saneamento básico?

Porque é que uma aldeia como Beijós, com inegável potencial para o turismo, beleza rara, 3 ribeiras e 7 colinas, milhares de anos de história de habitação de humanos, esteja relegada ao esquecimento pelo CCDR-centro, Cim-Dãi-Lafões e Câmara Municipal de Carregal do Sal?

Porque é que para a próxima semana vou almoçar ao Carregal e mais uma vez vou ouvir comentários "engraçados" e sentir que alguns que fingem não ler nada do que aqui escrevemos, se dão ao trabalho de mandar boquinhas de tentativa de amedrontar ou intimidar?

Será que pensam que nos calamos?

Ou o que dizemos não é verdade?

Porque é que um vereador sentiu que podia dizer, numa audiência a meu pedido para tentar impedir a extrema redução do perímetro urbano de Beijós no PDM (2024), que era "110% a favor da redução" e que o "objetivo era obrigar a reabilitação das casas do centro histórico de Beijós" e "quem quiser construir uma casa nova tem muitos lotes em Cabanas ou Carregal"?

Naturalmente que quem é do Carregal ou de Cabanas sente que o sonho dos que são de Beijós seja morar no Carregal ou em Cabanas. Não compreendem como é que uma pessoa possa querer fazer uma casa em Beijós se pode fazê-la no Carregal ou em Cabanas.

Será que podemos escrever estas palavras com a nossa opinião, sem com isso criar mal estar nos políticos que nos governam?

Será que os políticos que nos governam têm tempo para ler isto e tempo para esclarecer porque Beijós aparentemente não conta com uma estratégia de futuro?


Sei que o meu compadre está a pensar, "este tipo escreve demais, fala demais".

Mas não posso deixar de transcrever um comentário que fiz num post de Ricardo Leão, Presidente da Câmara de Loures:

"

💪👏👏

Enfim luz no fundo do túnel.

Parece que o paradigma vai mudar.

Direitos e deveres iguais para todos, quem não cumprir os deveres tem que perder direitos.

A empatia do estado, autarquias, políticos, segurança social deve ser com quem se esforça para estudar, trabalhar, respeitar as regras e leis. Esses cidadãos ou estrangeiros imigrantes devem ser acarinhados, apoiados, premiados.


Que se acabe de vez, com coragem e determinação, sem medos, com a complacência e mordomias aos pulhas, rufias, foras-da-lei, criminosos e parasitas.


Vivas ao Sr. Presidente da Câmara Municipal de Loures 🎖️🇵🇹

"

domingo, 18 de janeiro de 2026

União europeia e as ilhas e a segurança interna e externa

 A união europeia tem estado a dormir, em hibernação, tem descurado a segurança interna e externa.

A união europeia não tem sabido explorar os recursos para ser autónoma e independente.

A união europeia tem esquecido completamente a importância geoestratégica das ilhas atlânticas, Gronelândia, Açores, Madeira e Canárias, parece que está à espera de se mostrar muito admirada quando acordar e vir a bandeira de uma super potência içada nas ilhas, 🇷🇺🇨🇳🇺🇲.

É de lamentar profundamente que a união europeia continua a querer ganhar o prêmio do humanismo bacoco e naif deixando entrar e acolher todos os fugitivos do mundo sem escrutínio.

Portugal e os imigrantes

 Bem vindos a todos os que vêm para jogar na nossa equipa.

Todos, homens e mulheres e crianças que procuram uma oportunidade de uma vida melhor e querem juntar-se a nós, têm que ser bem recebidos pelas pessoas de bem. Só necessitam fazer a sua parte.

Dar o seu contributo, dar o seu mérito, somar forças e ajudar a seguir em frente, a construir futuro, um país melhor para todos, Portugal.

💪⚔️🛡️🇵🇹

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

A segurança interna, abandonada e esquecida

 Bandidos.

4 brasileiros e 2 portugueses de uma grupo criminoso organizado.

São portugueses de origem?

Têm a nacionalidade adquirida?

O legislador tem que acordar e adaptar as leis à realidade.

Penas brandas, portas abertas, forças de segurança com instalações inadequadas e obsoletas, falta de carreira digna, meios humanos desgastados envelhecidos e desmotivados, tribunais e cadeias sem condições de segurança e em degradação, políticos, comunicação social, comentadores e activistas com mais empatia pelos direitos dos criminosos e parasitas do que com a missão dos homens e mulheres que juraram defender a segurança interna do país. Tudo isso contribui para atrair os bandidos do mundo, uns em busca de refúgio, outros para furtar, roubar, pilhar e aterrorizar as populações.


As eleições são coisa séria, não é comédia

 Nunca umas eleições foram tão divertidas.

É bom por dois motivos:

Em primeiro lugar, atrai mais eleitores, há sempre quem goste de comédia;

Em segundo lugar, é o vale-tudo, no "humor" é tudo permitido.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Ilhas atlânticas e a ingenuidade patética da União Europeia.

 A união europeia tem descurado a segurança, tem esquecido as ilhas atlânticas.

A união europeia com a aGenda do humanismo bacoco, quer ganhar o prêmio de receber todos os fugitivos dos vários continentes.

Os recursos naturais de grande importância estratégica, ficam em repouso, à espera de quem os cobice.

Depois, vão armar-se em "virgens ofendidas no bordel", quando acordarem e virem asteada, nas ilhas, a bandeira de uma das super potências bélicas 🇷🇺🇨🇳🇺🇲.

Lamentável a total falta de visão estratégica.

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Quando a "vítima" escolhe o momento oportuno para denunciar o "crime"!

 Quando a "vítima" escolhe o momento oportuno para denunciar o "crime"!

Porque é que uma vítima escolhe o momento oportuno para dizer que foi vítima?

Porque não denunciou quando era deputado, ou quando se candidatou?

Porque é que uma vítima faz denúncia só quando um candidato está prestes a deixar para traz vários que se tinham como vencedores antecipados?

Porque é que a vítima não recorreu, ou não recorre às instâncias próprias para apurar o crime?

Excluir a sua vontade de decidir no momento que for necessário 😁

Ninguém deve excluir a sua vontade de decidir no momento que for necessário fazer uma escolha. 👏👏👏

É uma verdade, à La Palice.

Quem diz o contrário é "vendedor da banha da cobra".

O velho do jardim disse:

"- ainda havemos de ver, os que apunhalaram pelas costas a dar vivas ao apunhalado".

Liberdade de expressão, bullying, censura

 Alguém que explique o que é:

Liberdade de expressão.....

Bullying.....

Assédio moral.....

Censura......

domingo, 11 de janeiro de 2026

JET - Já É Tempo 🇵🇹 - Partido Político

 JET - Já É Tempo 🇵🇹 

Parido político em Portugal (em formação)


In:

Fundação Francisco Manuel dos Santos 
https://ffms.pt/pt-pt/direitos-e-deveres/se-um-conjunto-de-cidadaos-quiser-constituir-um-partido-politico-o-que-deve-fazer


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A livre formação de partidos políticos é um direito democrático básico, e qualquer regime de autorização prévia seria inconstitucional.

Importa ter presente, no entanto, a existência de um conjunto de regras sobre a criação de partidos políticos. Desde logo, a Constituição proíbe a formação de associações armadas ou de tipo militar, militarizadas ou paramilitares, bem como de organizações racistas ou de ideologia fascista.

A criação formal e o início das actividades dos partidos políticos dependem de inscrição no Tribunal Constitucional, a qual deve ser requerida por um mínimo de 7500 cidadãos eleitores. O requerimento é feito por escrito, acompanhado do projecto de estatutos, da declaração de princípios ou programa político e da denominação, da sigla e do símbolo do partido. Tem de incluir o nome completo, o número do bilhete de identidade (ou de cartão de cidadão) e o número do cartão de eleitor de todos os signatários. Aceite a inscrição, o Tribunal Constitucional envia o extracto da sua decisão, juntamente com os estatutos do partido político, para publicação no Diário da República.

Se a criação de partidos é livre, a participação nos mesmos também. Ninguém pode ser obrigado a filiar-se ou a deixar de se filiar num partido político, nem ser coagido a permanecer nele por qualquer meio. A ninguém pode ser negada a filiação ou determinada a expulsão de qualquer partido por motivos de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, instrução, situação económica ou condição social. Também ninguém pode ser beneficiado, ou prejudicado, ou privado de qualquer direito, ou isento de qualquer dever, em razão da filiação partidária.

Não podem requerer a inscrição nem estar filiados em partidos políticos, enquanto se acharem em efectividade de funções:

- militares ou agentes militarizados dos quadros permanentes;

- agentes dos serviços ou das forças de segurança;

- magistrados judiciais;

- magistrados do Ministério Público;

- diplomatas de carreira.

Não podem ser dirigentes políticos de partidos os directores-gerais da Administração Pública, os presidentes dos órgãos executivos dos institutos públicos e os membros das entidades administrativas independentes (como a Comissão Nacional de Eleições, a Entidade Reguladora para a Comunicação Social ou a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários).

"

sábado, 10 de janeiro de 2026

Poluição grave e recorrente na Ribeira de Travassos em Beijós

 Impunidade 😡

Crime ambiental recorrente.

Todos os anos há despejos com poluição grave na Ribeira de Travassos que atravessa a aldeia de Beijós, no concelho de Carregal do Sal, no distrito de Viseu.

O ICNF, a CCDR-centro, o CIM-Dão-Lafões, a Câmara Municipal de Carregal do Sal, a Junta de Freguesia de Beijós, a GNR-Sepna, não podem continuar a fingir que não vêm, que não sabem. Os infractores passam impunes e riem-se enquanto destroem o ambiente, a natureza. Matam os peixes, as enguias, a fauna e flora das ribeiras e poluem as águas que regam a agricultura.

Porque é que as Autoridades não actuam, porque é que os interesses obscuros financeiros e lobby's instalados continuam a ditar as regras no poder local?

Porque é que as pessoas calam e vivem com medo?

In:
1. Movimento Pró Ribeira Limpa - Beijós - (Ribeira de Travassos - Carregal do Sal)
https://www.facebook.com/share/v/1AaUkkAkkv/
2. Luis Carlos Fernandes 
https://www.facebook.com/share/v/1bawEjxRAZ/
3. Beijós II raízes
https://www.facebook.com/share/p/17vmCPPzaU/

Marginais e parasitas protegidos pelo Sistema

 Os grupos impunes protegidos do Sistema.

Quem comete crimes não está a cumprir a sua parte no contrato social.

deve perder de imediato todas as regalias, não pode votar, não pode viver numa casa social do Estado ou Autarquia ou Santa Casa, ou Segurança Social, nem pode continuar a ter subsídios. Caso contrário continua a sentir-se com impunidade e é um incentivo à família, aos vizinhos e amigos, em especial aos mais novos, a seguir uma vida fora-da-lei, de confrontação com a sociedade, de intimidação, de cometer crimes, de viver como parasita.

Os governantes, a Lei, os tribunais, as autarquias, os activistas, os órgãos de comunicação social e comentadores têm empatia pelos que vivem fora-da-lei. Isso é um incentivo a continuarem a viver à margem, sentem que lucram com esse tipo de vida. Não têm qualquer punição por ser marginais, sentem-se acarinhados, chamam-lhe "cultura". Eles riem-se e gozam com quem faz a sua parte no contrato social, gozam com quem se esforça para escolher o caminho do bem, de estudar, de trabalhar, de respeitar as regras e leis.

Alguém, algum líder tem que tomar medidas, dar o exemplo e demonstrar sem medo, com coragem e determinação que há regras e leis e são para cumprir, que quem cumprir os deveres perde direitos.

Direitos e deveres iguais para todos.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

A geoestratégia das ilhas atlânticas

 A Dinamarca, Espanha, Portugal e União Europeia têm estado a hibernar num sono profundo nos últimos 20 anos.

As ilhas Atlânticas têm importância elevada em recursos e geoestratégica.

Parece que estão à espera de ficar surpreendidos ao amanhecer e verem a bandeira içada, de uma das potências bélicas 🇷🇺🇨🇳🇺🇲.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Burocracia infinita em Carregal do Sal - JAN2026

 Portugal o país da burocracia infinita, o Estado e principalmente as Câmaras Municipais são um caso de estudo e processos labirínticos. Mas muitas instituições e empresas seguem os mesmos passos. Ligam o complicómetro.

Quando iniciativa particular esbarra num "muro" de "autocratas" e burocratas, gabinetes redundantes, institutos e agências que só servem para empatar, demorar, protelar, verdadeiros convites ao clientelismo e corrupção.

Ninguém sabe muito bem a competência para decidir o processo ou esclarecer as voltas a dar. Qualquer processo demora, demora, demora, por vezes não há qualquer resposta em meses ou anos.

Há mais de 4 anos ofereci um terreno à Junta de Freguesia de Beijós e Câmara Municipal de Carregal do Sal, para ali abrirem um novo caminho que ligará dois caminhos existentes. Aceitaram, mas passado este tempo e dezenas de contactos pessoais e emails, continua tudo na mesma. Ninguém sabe bem o que é necessário fazer. Há 3 meses o Presidente da Câmara ligou-me e disse que estava ele, agora, a tratar do assunto. Já tinha sido aprovado em Assembleia Municipal e que só faltava agendar com a Notária.

Continuamos a aguardar.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Como um país vira um sistema corrupto

 Num país qualquer do mundo, as leis devem ser simples, os processos administrativos devem ser rápidos e transparentes, só assim são facilmente escrutinados por qualquer pessoa.

Quando as leis são complicadas, quando os processos são difíceis, labirínticos (um retrato do livros de Franz Kafka, "O Castelo" ou "O Processo". Está então criado o terreno fértil para o nepotismo, clientelismo, amiguismo, compadrio e corrupção. Depois numa sociedade que vive dessa forma, de favores e golpadas, é muito difícil, quase impossível inverter o paradigma, leva gerações.

As pessoas têm que "conhecer alguém" nos sítios para resolver as coisas, é o "quem não tem padrinhos morre moiro", é a "troca de favores", não há transparência nunca, quando em qualquer instituição ou empresa todos devem favores a alguém. É uma situação quase impossível de mudar, pois só se consegue tratar de um assunto ou ver um processo chegar ao fim sendo corrupto. Depois não há volta a dar, é mais um que alimenta o sistema corrupto e participa na corrente em que cada elo faz a sua parte do sistema corrupto.

Quem se recusar alinhar, é perseguido, ostracizado, é um "alvo a abater", o sistema vai purgá-lo, não consegue resolver qualquer assunto, não é capaz de "obter favores", é uma sociedade podre onde a "meritocracia" é uma fachada, não existe.

Como Franz Kafka disse metaforicamente, 

"Poder e a Burocracia: A ideia de que "atrás deles já aí vêm os secretários, os burocratas, os políticos profissionais, todos esses sultões modernos a quem preparam o acesso ao poder", mostrando a natureza impessoal e multiplicada do controle".

Os políticos do "quem não é por nós é contra nós, logo uma alvo a abater".

A justiça pela metade

  As penas são ridiculamente brandas . Assim a justiça fica por metade . A empatia do estado deve ser com as vítimas e seus familiares. Um p...