quem mora nos meios pequenos, onde se conhecem todos, ninguém se expõe. Quem dá uma opinião diferente do credo vigente sente o aperto, deixa de ser "bem vindo". Se os filhos precisarem de um emprego, então "aprendem" depressa que só "lucram" em ficar caladinhos.
Como não há qualquer sindicância nem escrutínio do poder "absoluto" local, tudo vai "avançando" ao ritmo do nepotismo e clientelismo. O poder local não tem tutela, as assembleias municipais têm mais"segurança e garantia" que a Assembleia da República, está pode ser dissolvida, a local é soberana e intocável.
Quem for associado ou conotado com o "indesejado" que se manifestou por outra escolha, passa a ser ostracizado do mesmo modo, com sorte não terá medidas persecutórias.
Há 30 anos, o velho lá da aldeia era 100% a favor da regionalização, agora diz que é 100% contra.
Já É Tempo 🇵🇹
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